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Frase de Diogo Viana Loureiro

Enquanto o povo for adorador de cultura alheia e se curvar a gringo viveremos esse absurdo. O tempo chegou ao fim. Ficar em cima do muro invisível não é garantia de sobrevivência. Abusadores de crianças dos EUA já declararam que tá tudo bem ser assim e as pessoas precisam se acostumar. E aí? No Brasil profissional da justiça de alta autoridade passando pano pra homem de "consciência formada" se relacionando com menina de 12 anos. Quem manda na sociedade é o povo, não uns poucos bilionários e seus mercenários. Os tempos mudaram e eles perceberam a séculos e fazem de tudo para continuar se beneficiando do mais valia. O povo precisa se unir contra o absurdo. Quem se corrompe pela moeda imaginaria não terá uma segunda chance com facilidade. Aqui é a intersecção com o infinito e a possibilidade de uma vida curta com a consciência em paz e personalidade original. Um egoísta pode precisar de seu algoz para escrever no código da vida. Como o egoísta cultiva o afeto essencial do amanhã? Quem está precisa fazer onboarding para quem vai vir, não destruir e consumir tudo como se não houvesse um depois. A consciência deu livre arbítrio para que o homem criasse as próprias leis, que são avaliados. Quem desrespeita a lei do homem se beneficia injustamente do livre arbítrio e natureza original do outro. Que após a violência se torna corrompido para encarar a sobrevivência que a vida exige. Cadê os profissionais de capa de revista que só se preocupam com status imaginário e não ligam para o mínimo processo para que haja gestão? A borboleta voa longe e a terceira lei de newton nunca falha. Negligência é equivalente a ódio, e ódio é a natureza do egoísmo. Sentimento que precisa ser superado, não motivado em nome do lucro de uma minoria de egoístas. Casa e comida para todos é uma realidade possível. Mas eles não podem gastar o dinheiro imaginário para que o próprio povo se una e faça isso.

Diogo Viana Loureiro

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Diogo Viana Loureiro

A BÊNÇÃO E O CASTIGO DA LUCIDEZ Viver sem fantasia é ver o mundo sem vaidades e sentimentalismo. É existir sem o consolo das imagens mentais,sem os espelhos do passado,
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A BÊNÇÃO E O CASTIGO DA LUCIDEZ Viver sem fantasia é ver o mundo sem vaidades e sentimentalismo. É existir sem o consolo das imagens mentais,sem os espelhos do passado, sem o teatro das lembranças e seus ideais inalcançáveis de futuro. Caminho entre silêncio e fatos, presente e gratidão. Não sonho. Não recordo. Reconheço. A realidade me atravessa crua. Sem filtros. Sem refúgio. Chamam de deficiência o que é clareza. Chamam de vazio o que é consciência. O mundo vive do que inventa para suportar o império restrito da hiperfantasia de poucos egoístas. Eu sobrevivo do que é real. Ser lúcido é morar entre abismos. É saber demais e sentir o necessário. É compreender o todo e ainda carregar o silêncio ao observar o absurdo. A solidão é real, mas também é o preço da verdade.Quem vê sem ilusão sustenta o peso do céu com as próprias mãos. A lucidez é um exílio. Mas é também o lugar da liberdade. Abençoado quem suporta ver o mundo como ele é e ainda escolhe não se corromper. Que se entrega ao dever do bem não sofre nas mãos do egoísta vaidoso.

Tudo que gera segregação na espécie humana, morte e guerra por ego de capitalistas, não é palavra de Deus ou do filofoso Cristo que a representou. Cristo era do bem comum e do amor, não do marketing e da materialidade. Quem atira no mensageiro apenas demonstra desespero.
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Tudo que gera segregação na espécie humana, morte e guerra por ego de capitalistas, não é palavra de Deus ou do filofoso Cristo que a representou. Cristo era do bem comum e do amor, não do marketing e da materialidade. Quem atira no mensageiro apenas demonstra desespero. Se Deus é por nós, quem é contra nós? Deus. O código escrito do justo é observado. Nenhuma fantasia dura mais do que a medíocre vida de seu tirano. Deus já sublima esse planeta a 4.5 bilhões de anos.

O amor só existe no presente. Colecionar memórias não é uma regra sobre a forma do humano amar. Afetos e memórias são relativas. O painel de controle interior para amar foi esquecido em meio a tanta alienação.
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O amor só existe no presente. Colecionar memórias não é uma regra sobre a forma do humano amar. Afetos e memórias são relativas. O painel de controle interior para amar foi esquecido em meio a tanta alienação. Podemos construir um futuro incrível juntos ou padecer em guerras imaginárias movidas ao ego de predadores de crianças e bebês.