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Frase de Kadu Costa

Saudações ao Criador Part I 6 de julho de 2011 às 21:27 Mantemos eternamente um diálogo equilibrado A bebida, o bar, neste universo marcado de credos Transformações provocadas pelos desmazelos sofridos E como forte depoimento reza minha oração Do influxo sujeito simples e composto Que de certa forma em torno desta grande marginalização Fixa em contos de lágrimas tamanha incerteza de dia melhores Porém este pano de ações vem compondo e produzindo a boa poesia Marcado pelo sangue e suor do trabalho, venho atingir muito presente minha realidade Perfeição – É este microcosmo de partículas situadas na memória Diante de ti mestre, efetivamente estes versos podem sumir no espaço e tempo Uma maneira totalmente autônoma, embora ao final constitua este grande sanatório de ideias, como um pensamento longínquo “universo urbano”. Enfim como um ser privilegiado, não desejo pedir justamente E com a velhice da queda enxergo que o orgulho sente a morte que deverás sente A morte fielmente e outras mortes Peço humildemente, pois sei que não estou diante do “escritor” Na verdade "Criador" tudo isso me fez com os olhos postos na mente O modo peculiar na construção e comportamento desta personalidade poética Que toca profundamente o abismo do intelectualismo, desde logo tamanha ficção que provém de todos nós... Procurei em toda galáxia este enredo simples, mas ao mesmo tempo complexo que as eiva de mil e outras histórias. Em tempo de espera – Os sonhadores estão vivos! E vivamente desde sua estréia... Saudações ao Criador

Kadu Costa

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Pensador.com

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O BOBO DA CORTE 5 de janeiro de 2013 às 11:52 Na intenção de fazer o Rei sorrir,
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O BOBO DA CORTE 5 de janeiro de 2013 às 11:52 Na intenção de fazer o Rei sorrir, O bobo da corte veio se apresentar... Com seus acordes dissonantes e seus gracejos disparates. Leva a rir a multidão. Intrigante e muitas vezes privilegiado, começa a olhar desconfiado... No salão principal fotos da criadagem e suas caras de fome! Envolto a tantas meias verdades lembrou-se o “Bobo”. Da tristeza que carregava em seu coração. E em uma luta desumana entre alegria e tristeza, Que travava seu coração... O clown começou a chorar diante da corte, Que logo percebia que sua maquiagem multicolorida escorria... A feiúra que divertia então o Rei cedeu espaço para uma deformação... Foi quando ouviu um grande grito que vinha debaixo da coroa real. _ Que insulto, um palhaço com rosto de gente que ao invés de nos divertir Chora pela fome de rostos desconhecidos! Morte é seu destino... O Bobo em seu último suspiro suplicou sem ao menos se preocupar com o rumo Que sua vida ia tomar. E aproveitando toda liberdade de ação, exclamou bem do fundo de seu coração uma das poesias mais belas, dizendo que era seu ato final. O Rei cruel, mas curioso e cordial... Deixou o Clown se expressar... Mal sabia que esse era seu erro! E no ato solene e polêmico recitou sua poesia dirigindo seu olhar ao Rei. O Rei dos Bobos Passou a estudar e a conhecer As fantasias, anedotas por vocação... Carregava algumas moedas que ganhava ao cantar. Era feliz, Pois nunca havia presenciado a tristeza no olhar. Seu defeito foi sentir emoção, E o suplicio no ventre A arte iria completá-lo, Mas ainda sim pareceu banal E sem forças pra continuar a recitar... Olhou para o céu e pasmou-se com tantas cores, Pediu em oração... Sob a proteção de sua companhia, O insolente que não podia chorar... Permitiu-se nascer para fazer rir, E antes mesmo que acabasse a cantoria. Faça-me o favor completo. Mande enforcá-lo um quarto de hora antes de me fazer mal. "Já perdi muito tempo com poesia". Kadu Costa

Espelho 4 de janeiro de 2013 às 14:12 Espelhos que refletem a velha imagem
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Espelho 4 de janeiro de 2013 às 14:12 Espelhos que refletem a velha imagem Sente o tempo em todas as linhas do seu rosto Quanto tempo mais? Para devorar o que ainda resta... Sinto que o tempo é curto. Porém não quero chorar! Estou feliz diante de você, não tenho medo nem tão pouco arrependimento. Quero apenas o silêncio neste instante, apenas uma pausa para reflexão. Posso? Minha vida toda diante dos meus olhos, como pude enxergar e mesmo assim não conseguir ver nada. E tudo está tão claro e limpo... Consciência, onde está consciência porque não te escuto mais... Estou tão leve quanto o ar, “consciência”. Talvez tudo isso possa ser um sonho, não me recordo de homens poderem voar? E meus amigos onde estão neste momento:_ Família, cachorro, casa... Onde estão todos? Por que não consigo vê-los? Aos poucos estou esquecendo tudo! Esquecendo, esquecendo, esquecendo... “Morrendo” E novamente nascendo... Kadu Costa

Canção pro Ar 12 de janeiro de 2013 às 23:57 Nuvem passageira
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Canção pro Ar 12 de janeiro de 2013 às 23:57 Nuvem passageira Alma perdida nos céus de redemoinhos, Tentando esconder o Sol que habita antes de ti... Vem com o vento forte de maus presságios Tolos, loucos e aflitos. Percebem suas tranças além dos sentidos. Faz declínio no infortúnio, Quando ouve seu chamado Nuvem passageira Segue em frente Imutável pensamento, Varrendo a poeira suja do ar... Kadu Costa

Olhos Negros 5 de abril de 2013 às 22:49 Quando os olhos do poeta não agüentar mais enxergar realidade
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Olhos Negros 5 de abril de 2013 às 22:49 Quando os olhos do poeta não agüentar mais enxergar realidade E ao ver velhos amigosvisionários fustigados pela dor... O poeta então reinventa a roda do brincar fazendo que ossonhos se misturem novamente as meias verdades... “Verdade”. Razão, emoção e imaginação brincando em uma eterna gangorra, A morte sutil das palavras e o pulsar do coração. Seu único desejo! Poder voar... O poeta cria asas com linha e algodão, tecendo os caminhos de uma vida errante... Ele gira a roda, gira a roda para refletir em silêncio. Pois, somente em seus olhos carrega o mundo e um cemitério daqueles que amou... Kadu Costa