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Frase de Azazel Melo Autista

O diabo não gasta flecha com quem já jaz caído. Para os que se afogam na ilusão, ele oferece banquete e riso, para que durmam tranquilos no berço da distração, sem ouvir o eco da própria ruína. Mas aos que sangram de pé, aos que seguram a fé como quem segura a vida, a esses ele persegue. Porque são os únicos que ainda podem escapar. E é deles que ele quer roubar a alma, arrastando-os para o brilho falso da sua festa. A festa e o ilusionista Por marcio melo

Azazel Melo Autista

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Pensador.com

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Outras frases de Azazel Melo Autista

"Orquestrada é sua voz E como os acordes do amor O som mais belo e puro
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"Orquestrada é sua voz E como os acordes do amor O som mais belo e puro Que tal rio corre a me levar Rumo ao teu oceano Onde me deságua o amor Venha, mergulhe fundo em mim E descubra as nossas riquezas Nas carícias molhadas dos teus corais Eu sou teu descobridor O teu leito eu estou Sou como os peixes que só podem respirar No seu mar do amor Sim, beijo em você como um coração Que encontra um refúgio pra bater latente Como se gritasse o amor dentro da tua alma Eu moro, só assim existo Como dois sendo um E sem você eu nem existiria Afinal, toda existência pra mim É você quem cria Não há mais divisão, corpos separados Almas distintas, agora somos Uma fusão de só amor Não há mais nada além de mim e você Sim, encontrei você Não posso te perder Ou deixaria de existir Se te perder, eu me perderia Seja em mim o que o amor tem de melhor Pra nós oferecer, então que seja Em mim e em você, um Pra sempre, pra sempre Transcendendo a realidade Que nunca nos alcança Além do tempo, que não existe Nosso amor não pode ser explicado Só nos resta experimentá-lo" Este poema foi composto por Marcio melo e a inteligência artificial Meta ai(carinhosamente)

Eu já vi o mundo do alto de uma colina de lá vi o mundo que sumia com suas matas a se perder no horizonte Eu vi do alto de uma colina a existência em suas várias formas e cores senti o vento sussurrar ao meu rosto sua frisa a refrescar minha alma Do alto da colina compreendi qu…
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Eu já vi o mundo do alto de uma colina de lá vi o mundo que sumia com suas matas a se perder no horizonte Eu vi do alto de uma colina a existência em suas várias formas e cores senti o vento sussurrar ao meu rosto sua frisa a refrescar minha alma Do alto da colina compreendi que tudo no mundo é pra dar significado a vida eu estava lá no alto da colina e pude acenar para o sol a se deitar por detrás de distantes montanhas Do alto da colina e vi e senti que a vida se movimenta e meus olhos não pode acompanhar seu movimento e que o tempoe relativo a minha perpectiva lá do alto da colina... Marcio H.melo

Na casinha dos meus avós Havia tramela nas porta e um pau que travava as janelas O filtro era de Barro na tampa tinha um pano bordado a caneca pra beber a água era brilhosa de alumínio ficava ao lado do filtro
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Na casinha dos meus avós Havia tramela nas porta e um pau que travava as janelas O filtro era de Barro na tampa tinha um pano bordado a caneca pra beber a água era brilhosa de alumínio ficava ao lado do filtro A vovó fazia bolo biscoitos de povilho no forno a lenha do lado de fora e no fogão de Barro fervia a água pro café moído na hora a casinha era simples mas a felicidade era enorme rodeada de alegria e tanta vida o vô no quintal ajeitava a enxada sua ferramenta de trabalho sustentou a família no roçado um exemplo a ser seguido a casinha da vovó tudo era tão simples o cheiro era tão bom de carinho e amor havia galinhas pintinhos o porco no chiqueiro Não tinha vaca mas toda manhã bem cedo a vovó compra o leite do leiteiro que passava na charrete eu gostava do cavalo O meu vovô tomava o café e saia pro trabalho Tudo era bonito a vida simples não cobrava nada além do respeito à natureza e a única regra era viver em harmonia eu sempre pedia a benção a minha vozinha e o vovô O tempo passou e o que ficou foram as melhores lembrança da minha vida a casinha do.meus avós Que saudade se o tempo voltasse eu nunca mais crescinha. A casinha da vovó Marcio melo

O moço andava afadigado pela estrada, tentando encontrar um caminho pelo qual alcançaria suas realizações. Até que chegou a uma encruzilhada e lá o moço parou, sem saber para que lado ir. No meio da estrada, dividido, ficou a lamentar as fadigas e desilusões da vida. Com o sol qu…
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O moço andava afadigado pela estrada, tentando encontrar um caminho pelo qual alcançaria suas realizações. Até que chegou a uma encruzilhada e lá o moço parou, sem saber para que lado ir. No meio da estrada, dividido, ficou a lamentar as fadigas e desilusões da vida. Com o sol quente no céu, o moço chorava triste, a se lamentar, gritava bem alto: "A vida é injusta para quem deseja encontrar uma direção!" Até que dele se aproximou uma senhora idosa, vivida ao seu lado, se pôs: "Meu filho, porque está no meio da estrada, num calor tão quente, e chora aos gritos?" O moço, entristecido, com os olhos em lágrima, disse: "Minha boa senhora, a vida me trouxe até aqui, numa encruzilhada, agora não sei para que lado fica meu destino, que caminho devo tomar e seguir para que meus desejos se realizem na vida. Só queria um pouquinho da felicidade para viver." A senhora disse com calma: "Olha, tantos caminhos para seguir, meu filho, por que não escolhe um?" O moço disse: "A tempos tenho procurado a direção. Logo estarei velho, cansado, o tempo não espera por mim. Será que não posso ser feliz?" A senhora disse: "Venha, me siga." O moço se levantou e foi. Logo chegaram a uma casinha de tapera no meio do mato. Ela pegou água e lhe deu, dizendo: "Tome, deve estar com sede." O moço perguntou: "Como pode viver aqui no meio do nada? Não deseja ser feliz?" A senhora sentou ao lado dele e disse: "Eu sou feliz aqui." O moço perguntou surpreso: "Como?" Ela disse: "Olha à sua volta, o que você vê?" Ele olhou e sem demora respondeu: "Nada." Ela disse, olhando para as matas: "Eu vejo minha felicidade. A felicidade não está nas coisas que desejamos, elas envelhecem, se desgastam e acabam. Temos sempre que buscar mais, como a água que você bebeu, logo terá sede outra vez. A felicidade não está aqui fora, ou numa estrada, em coisas. Mas em nós, quando nos encontramos a nós mesmos, então existimos, e a felicidade é isso. Não buscamos nós, a carregamos em nós." O moço, pensativo, entendeu. Então a velha perguntou: "Já sabe para onde vai?" O moço disse: "Vou voltar para minha casa, eu encontrei a felicidade. Todo este tempo eu estava fugindo e me perdi. Agora que me encontrei e tenho a felicidade, já posso voltar para o meu lugar." O moço, agradecido, saiu a andar. A uma certa distância, olhou para trás, mas não havia mais a casinha nem a senhora idosa que o aconselhou. O moço sorriu e, seguindo seu caminho de volta, reencontrou sua família e viveu sua felicidade. Em busca da felicidade Por marcio H.melo