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Frase de Samuel Eduardo Fortes

⁠O Gueto O gueto está cheio de medo Lá fora os nazistas se espalham debocham, irritam, debocham, gargalham O sorriso não anda na boca dos brutos ! A polícia fascista cercou todo o gueto Reprimem e prendem e batem em judeus, operários e pretos Mas nunca sorriem porque O sorriso não anda na boca dos brutos ! O gueto está cheio de gente sofrida, oprimida é gente sem pão e sem condição que sente, que sente, que sente que O sorriso não anda na boca dos brutos ! Fascistas se sentem tão machos Machucam e ferem passam esculachos nunca esperem ver O sorriso andar na boca dos brutos... Usam tarjas pretas, camisas verdes, suásticas, e tratam mulheres, meninas qual bonecas de matéria plástica. O sorriso não anda na boca dos brutos ! Desmandam e mandam, dominam até que um dia a boca se solta a mão prepara o revide e se concretiza a revolta E nesse dia, com muita certeza, O sorriso não andará na boca dos brutos !

Samuel Eduardo Fortes

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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⁠Há algum anacronismo. Júlio Cesar, nunca foi chamado de Imperador, a seu tempo. Embora se diga que foi o fundador da era imperial de Roma, o nome "imperador" não existia. O que os romanos conheciam era o termo "rei", mas este não era um termo bem quisto, dada a má fama que a er…
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⁠Há algum anacronismo. Júlio Cesar, nunca foi chamado de Imperador, a seu tempo. Embora se diga que foi o fundador da era imperial de Roma, o nome "imperador" não existia. O que os romanos conheciam era o termo "rei", mas este não era um termo bem quisto, dada a má fama que a era monárquica gozava na era republicana. Júlio César, portanto, se autodenominava o cônsul de Roma, assim como, defensor da república, nunca um rei.

Rosetas ⁠Os quatro ventos do místico ar da civilização. Quero que este muro construído com mentes retrógradas, desapareçam no espaço. Abram finalmente a porta e o portão aos injustiçados. Que toquem trompetes no céu e eu morria feliz. Ah, Abram-me Outra Realidade, símbolo de qua…
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Rosetas ⁠Os quatro ventos do místico ar da civilização. Quero que este muro construído com mentes retrógradas, desapareçam no espaço. Abram finalmente a porta e o portão aos injustiçados. Que toquem trompetes no céu e eu morria feliz. Ah, Abram-me Outra Realidade, símbolo de qualquer coisa no alto de uma coisa qualquer O norte, o que todos querem O sul, o que todos desejam O leste, de onde tudo vem O oeste, aonde tudo finda Os quatro modos de não ter razão, e entender o mundo.