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Frase de Rê Pinheiro

Livros "Emprestar um livro é, antes de tudo, um ato de desprendimento. Quem empresta uma obra literária, um volume de filosofia ou técnico, uma peça ou um ensaio de divulgação científica está ajudando a difundir o conhecimento ou ao menos divertindo alguém. Existe algo de nobre até mesmo em emprestar o mais lamentável dos best-sellers de fórmula. Contudo, nem sempre a recíproca é verdadeira. Muitas vezes quem pega emprestado não respeita o voto de confiança que recebeu. É extremamente comum que livros emprestados não retornem ou, o que pode ser até pior, retornem deformados. De emprestado para imprestável. Há quem não se importe, mas, para os amantes da cultura, a situação é de calamidade pública. É preciso que se difunda uma ética do livro, uma ética que estabeleça a etiqueta da relação entre aquele que empresta e aquele que pega emprestado. Lembrando que a comunidade dos letrados é uma verdadeira roda-vida, um “circulo do livro” em sentido lato: quem empresta hoje, pega emprestado amanhã. Tentando contribuir, apresento abaixo uma sugestão, um esboço, do que pode ser essa ética: (validos também para CD’s, DVD’s, HQ’s, revistas e congêneres) 1 — Se pegou emprestado, devolva. 2 — Trate o livro alheio como gostaria que o seu fosse tratado. Não rasure, suje ou rasgue. 3 — Só pegue emprestado se for mesmo ler. Não jogue em um canto ou coloque em uma fila. 4 — Se perdeu, compre outro e devolva. 5 — Se pegou por impulso e sabe que não vai ler, devolva. 6 — Se vai pegar sucessivamente emprestado, está na hora de comprar seu próprio exemplar. 7 — Se for uma ferramenta de trabalho, seja rápido. 8 — Não pegue sucessivamente emprestados livros da mesma pessoa, sem devolver os anteriores. 9 — Não constranja seu próximo pedindo emprestado livros raros ou com valor sentimental. 10 — Não empreste livros que pegou emprestado. 11 — Demorar para devolver é o mesmo que não devolver. 12 — Esquecer de devolver é o mesmo que surrupiar. 13 — Não misture com seus livros." Beijo Re Rê Pinheiro

Rê Pinheiro

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Há momentos em que as palavras fogem, as pessoas simplesmente desaparecem. O incômodo da ausência diante da insípida saudade. Determinamos, hora, data e local.
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Há momentos em que as palavras fogem, as pessoas simplesmente desaparecem. O incômodo da ausência diante da insípida saudade. Determinamos, hora, data e local. É determinado o começo, um breve meio e um inóspito fim. Porém, o fim nem sempre é o desejo e o desejo raramente é explícito. Assim nascem os fantasmas e surge o vazio de uma distância. Somos seres inteligentes, intelectuais, racionais, mas débeis infantis nas peripécias da paixão. Gostaria de ter dito, de ter gritado e de não ter esperado o inesperado. Mais uma grande lição. Que o som do meu coração, e a voz da minha intuição sejam sempre superiores aos barulhos de meus pensamentos.