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Frase de Allam Torvic

⁠A luz que faz o nascer, numa voz de canto Numa voz de espanto, ao desconhecido Um caixão nos espera, ou uma coroa, acorda! Meus versos estão dormindo, acorda! (...) Esse sono inibe a beleza que está lá fora, Agora, a luz desta manhã é oferta de gratidão Em vestidos novos, se despiu para o mundo Azul-celeste, brilhaste a este céu (...) Caminhante! Eis o caminho e a viagem! Abra os olhos, veja as alas dos ventos Fujam das cobiças dos homens Torna o teu nome, uma casa de paz (...) Para aonde levará esse teu caminho? O que dirá a teu favor a sua linguagem? A casa vernacular é uma cova fecunda Cada homem, espalha-se em sua eira (...) Sozinho em lama, resta-lhe o silêncio; Em terras profundas deságua, Acorda! É tardia as histórias Sobre ti, há um rio de memórias (...) Ei o tempo perdido, recupere-o de logo Nutre a aurora que espalhastes Apreende o caminho ao caminhar Não volte! Nunca mais a está aqui Ande! Avance! Acorde. § in: TORVIC, Allam. O viajante iluminado. São Paulo: 2023

Allam Torvic

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Pensador.com

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Outras frases de Allam Torvic

⁠📌 "Existem três verdades:a que aprendemos com os livros na academia,a que aprendemos com as experiências da vidae a verdade espiritual. Não há uma transição direta entre elas, antes, porém, é preciso passar pela ponte da reflexão; deixar o Espirito conduzir e fazer conexões".
⁠P e r e g r i n o No campo eu aprendi a cuidar do arado, eu me lembro que levava as ovelhas e os cachorros até um monte alto, de onde via a cidade; lá em cima havia um pé de coqueiro, onde repousava. E para mim, era uma aventura, uma espécie de pastoreio.Minha vó, muito genero…
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⁠P e r e g r i n o No campo eu aprendi a cuidar do arado, eu me lembro que levava as ovelhas e os cachorros até um monte alto, de onde via a cidade; lá em cima havia um pé de coqueiro, onde repousava. E para mim, era uma aventura, uma espécie de pastoreio.Minha vó, muito generosa, fez uma "capanga", de couro para mim e nela eu levava, comida e água. Eu ficava muito tempo com os bichos, com o silêncio e observando de longe a cidade; mais tarde havia sempre um vento que soprava o coqueiro, mas embora eu fosse ainda menino, não tinha medo do vento, pelo contrário, eu repousava e ouvia o vento passar. (...)