Frase de Natasha Treuffar
Viscondessa de Mauá Me alimento de poesia. De pão, manteiga e café. As vezes sou matreira, sem eira nem beira. As vezes misteriosa, dona de um império dos sentidos. Sempre etérea, é fato. E, silenciosa ou falante, ligo a vitrola, acendo o cigarro e a cigarra canta. Me encanta e eu danço. Eu, acesa no vale sou, viscondessa de Mauá! É sou! E ninguém tem nada com isso! Com meus avessos, ou meus inversos, com meus versos ou minhas cruzes, com meu sexo... Com o adverso? Faço versos! Crio controvérsias por onde passo, mas os versos me perseguem...
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