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Frase de izildinha

Comumente Só Caminho pelas ruas ,viro esquinas. A tua procura, em rosto qualquer. Tão cansada, extremadas colinas. E em languidez, momento requer. Quando a noite chega, o dia cansa. Estendido sol, uma distante calçada. Solto meu olhar, onde ele te alcança. Depois recolho, em desesperançada. Em minha janela, comumente só. Vejo transeunte, que vêm e vão. Repetindo saudade, apertado nó. Sem pena espreme meu coração. Tuas palavras silenciosas, e sinto. Falta de uma conversa informal. Quanto meu amor, jamais minto. Meu coração, tão teimoso afinal. Resistindo meus argumentos reais. Olvidando as dores, e tanto já senti. E tão ressentido, buscando-te mais. Pois dentro dele, reservado só a ti.

izildinha

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Amor Verdadeiro Amor verdadeiro, quando perdoado. Jamais apenas uma vez, mas tanta.
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Amor Verdadeiro Amor verdadeiro, quando perdoado. Jamais apenas uma vez, mas tanta. Ausência de amor, perdão espanta. Fugindo, buscando, outro inusitado. A capacidade para amar, somente. Entendendo amor, como a verdade. Uma vez instalado, brotada semente. Escrevendo amor, numa eternidade. Jamais esquecido, invencível amor. Tampouco, um encanto transitório. Sentimento puro, um amigo da dor. Porém incutindo, sempre probatório. Jamais domina, e tampouco sufoca. O amor deixa livre, permitindo viver. Como a esperança, sempre enfoca. Contudo ajudando ao outro crescer.

Via Postal Mantenho teu rebates atravessados. Assim em quantias, jamais entendes.
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Via Postal Mantenho teu rebates atravessados. Assim em quantias, jamais entendes. Do amor, tantos segredos guardados. Quando a minha infelicidade distende. Tenho um coração, sonhando calado. E parado diante, do verdadeiro amor. Tão tristonho, maior dos desprezados. Porém pulsando, com brilhante fulgor. Tenho também, tão poucos amigos. Aquilo quando me soa, um estranho. Mas nesse bem, meu mundo persigo. Um contemplar, um acreditar tamanho. Tenho estrelas fotografadas na janela. Sempre ditando, encantadoras poesias. Quando eu acordo, as minha sentinelas. Copiosas no céu, e silenciosas sinfonias. Tenho meu amor velado, pequena flor. Pendurada, em um coração de varanda. Uma carta soletrando uma palavra amor. Via postal, vindo do Universo em ciranda.

Canto Uma aparente luz, entrando pela fresta. Trazendo sentimentos tão conhecidos.
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Canto Uma aparente luz, entrando pela fresta. Trazendo sentimentos tão conhecidos. Silhueta crescendo, a sombra que resta. Eu decorando, nesses dias encolhidos. E em nostalgia sonolenta, eu me refaço. Em sombras, formando brisas repentinas. Tudo vejo, simplesmente, então te abraço. Cálidas urbanas, formando tuas esquinas. Tão imenso, assim quando atravessou. Linda ponte, do destino intransponível. Penso ser assim, o sentimento marcou. Alegria, porção em mim, tão indivisível. Esse canto retoca minha doce solidão. Chama crepitante, bruxuleante á revelia. Soltando uma voz silenciosa no coração. Conhecido som, o pensamento silencia.

Segunda Feira Precisando sentir, a vida continua. Segundo dia, ao trabalho primeiro.
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Segunda Feira Precisando sentir, a vida continua. Segundo dia, ao trabalho primeiro. O domingo passou faceiro, na rua. Sem ninguém perceber, tão ligeiro. Com malas prontas, uma alma leve. Olhando a semana, que descortina. Noites virão, em descansos breves. Intercaladas aos dias, dessa rotina. A sensação, meio desatenta, ainda. Permitindo um acordar, para poesia. Lá fora, um dia depressa, logo finda. E da noite, um abraço, com maestria. Eu penso em ti, em todos os dias. E pela noite, o encontro num sonho. Imagem cortada, e restando alegria. Em simples versos, que componho. Segunda feira, bem devagar, vem. Dando passagem, também irmana. Muitas páginas uma semana têm. Roda girando, juntando a semana.