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Frase de Barbara Matoso

Eu não quero pedir pela permanência de ninguém. Ultimamente o que andei pedindo em minhas orações é que tudo dê certo, independente dos que terão de ir embora. E você também pode ir quando quiser, não vou pedir para que permaneça em minhas complicações, mesmo que tenha aqueles dias em que eu precise muito compartilhá-las. Fiquei me perguntando por um tempo o que vem a ser uma menina grande, e acabei me convencendo de que sou a pessoa que não deveria enxugar as lágrimas nos ombros de alguém… Era o inverso, eu me lembro bem. E apesar disso tem aqueles dias em que tudo fica mais pesado, entende? Por isso tenho que dizer: vire as costas e vai enquanto há tempo. Fuja do que não lhe pertence, absolutamente. E se quiser ficar meu coração está apto a receber de bom grado, mas que traga amor e fé… Porque, meu bem, não há outra coisa que eu esteja precisando neste momento.

Barbara Matoso

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Porque no fundo a gente sempre gosta de que tem coração sabe? Quem tem o sorriso torto, o olho meio fechado. A gente gosta mesmo é daqueles que falam alto, que ri de bobagens, que canta na chuva. Aqueles que te fazem cocegas, te abraçam por trás, e te xingam alto, realmente alto,…
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Porque no fundo a gente sempre gosta de que tem coração sabe? Quem tem o sorriso torto, o olho meio fechado. A gente gosta mesmo é daqueles que falam alto, que ri de bobagens, que canta na chuva. Aqueles que te fazem cocegas, te abraçam por trás, e te xingam alto, realmente alto, e depois te abraçam apertado. A gente gosta mesmo é de gente de verdade sabe? Que mais do que fazer ouvir ou que elas dizem, elas te fazem sentir, e isso, só isso basta.

Essa sensação de aneurisma, de vaziez do tempo, de pus, de vertigem, de câncer no pulmão. Esse gosto de choro, de cigarro, de bala de hortelã, de saudade na boca. Essa vontade de ver o mar, de implorar salvação, de abraçar todo mundo, de enlouquecer. Essa overdose de urgência, de…
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Essa sensação de aneurisma, de vaziez do tempo, de pus, de vertigem, de câncer no pulmão. Esse gosto de choro, de cigarro, de bala de hortelã, de saudade na boca. Essa vontade de ver o mar, de implorar salvação, de abraçar todo mundo, de enlouquecer. Essa overdose de urgência, de falta, de abandono, de vida. Esse furúnculo, esse vômito, esse hoje cheio de ontem, essa lama, esse caos. Esse momento, esse agora. Esse hoje.