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Frase de Fernando Minari

E de repente você se vê aqui, num mundo qualquer. Neste mundo. No mundão. E você não sabe exatamente o "por quê" veio. Nem pra quê foi “cuspido” aqui. Mas surgi assim: cru, ingênuo, vazio. E com o tempo, o seu copo vai se enchendo. E por ele passam bebidas, dos mais variados tipos. Sabores doces, amargos, azedos, suaves. E com o tempo, o seu paladar se torna seletivo. Afinal, você muda. Você cresce. E aquele ser, ingênuo, se desenvolve. Ri, chora, se felicita, se magoa. Esse ser amadurece. E mesmo sem objetivo, caminha. Afinal, você está aqui. E é o aqui, e é o agora, que realmente importa. São os detalhes que comovem. São as sutilezas que fazem a diferença. E você percebe por fim, que é pela felicidade. Pela própria felicidade. Afinal é simplesmente pela ânsia de ser feliz. É a ânsia da felicidade que realmente te move... Te faz crescer.

Fernando Minari

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Defronte-se todos os dias. Contra a parede. Contra si mesmo. Defrontar-se causa medo, causa pânico. Pânico bom, pânico suave, mutação. Conheça-se a si mesmo. E caso meu conselho esteja errado... Prometo: defrontar-me-ei mais uma vez.

O Ganho O problema não está em aprender a perder. Está em aprender a ganhar.
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O Ganho O problema não está em aprender a perder. Está em aprender a ganhar. Se ganha todos os dias. Ganha-se sempre da vida. Por que acreditamos na perda e não no ganho? O ser entende a perda, mas não o ganho. O ganho está. Sempre esteve. É assim! É óbvio. É lógico. O ser veio para crescer, para somar. Se não fosse, nem a perda seria crescimento. Perder não é rotina. É exceção. Tem que ser! Mas são as perdas que refletem. A parda se destaca no ganho. Exceções se destacam. Assim, como a flor amarela se destaca no pasto verde. Como um olhar profundo, frente ao espelho... Que construiu uma promessa de nunca mais amar. No entanto, a perda perdeu-se, assim como o espelho... Que se quebrou, junto à promessa feita. Os cacos no chão formaram-se esperança. E a cegueira, sem reflexo, sem raciocínio, se tornou singela. Então, num instante, ele deu-se por si: ele havia se traído. Ele havia se pecado. Ele estava amando. E não era amor próprio. Era amor a si e a outro. Outro ser, outra história. Nova página, novo reflexo. Um novo caminho, um novo espelho. Uma nova perda e um novo ganho.