Frase de Poeta Ricardo Félix
Naquelas manhãs no calor da manhã minhota em que ia vagueando e desfrutando do cheiro da neblina das planícies minhotas com o seu esplendor nascer do sol eu adorava desfrutar do meu adocicado café bem quente e escrever poemas à beira rio no meio da natureza em Braga, e lia o inigualável romance na sombra da escuridão de uma escritora minhota e celta guerreira que fascinava todos os dias com as suas palavras e com o seu olhar cintilante belo como o universo e as charmosas planícies de Braga. As grandes planícies minhotas. E todos os natais que eu desfrutava em Braga à beira da lareira com os meus eggnogs natalícios em volta da minha escrita poética e dizia assim com o meu humor comediante e poetico, Natal, é nascer todo dia e toda a noite e dizes de forma simpática e todos os verões e natais dizias Mata-os com o teu sorriso e com a tua felicidade e pureza.. No Natal é doares-te em gestos de amor e sinceridade, é ser o sol que aquece e ama, à tua família que adormece e se encanta, Com teto e com cobertores em volto da lareira e árvore de natal. Natal, é ser o acalento, da criancinha faminta, que te estende a mão com amor. O Natal, é todo dia e noite, quando se dá alegria e amor. Quando tu és uma luz pura iluminando os caminhos, de todos os teus sonhos. Natal, é viver plenamente, em comunhão com Jesus, Natal, é ajudar sua família, à carregar sua cruz, esse é o Natal verdadeiro, é esse, o Natal de Jesus e o meu também. E nós vamos caminhando e cantando até aos confins do universo e do mundo e dizemos Mata-os com o teu sorriso e com a tua felicidade e pureza. Porquê que as terras minhotas e nortenhas me fascinam, só de acordar pela neblina minhota às 6h da manhã e poder desfrutar do indescritível cheiro com aquela neve cristalina e os famosos cânticos da celta guerreira e escritora e da gastronomia e história que Braga nos tem para nos oferecer, é que nem pensava duas vezes e dizia, Braga és bela, maravilhosa e extraordinária cidade que até os mouros e os celtas se apaixonaram e largaram as suas espadas e agarraram-se ao vinho pelas manhãs e pelas noites a dentro, a lenda dizia, se es mouro e celta e se largares a espada e beberes vinho bracarense de manhã e à noite irás simplesmente ter grandes aventuras lendárias, porque os Deuses te indicam o caminho poético e filósofo que deves seguir. Na filosofia eu dizia sempre à beira da lareira com o meu vinho, não deixes para amanhã o que podes fazer hoje e dizer hoje porque amanhã poderás ficar arrependido. A vida é só uma por isso vive e o resto que se lixe.
No pensador.ai desde