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Frase de Tamires Carvalho

⁠Ficar sem WhatsApp é praticamente redescobrir a avenida que passamos todos os dias, é dar bom dia olhando pro rosto da sua mãe, dos seus irmãos e dos que caminham a passos largos na mesma ou em outras direções, é menos grupo, menos contato porem muito mais aproximação, é sair da casinha tecnológica e finalmente olhar pra fora. Hoje olhei pras pessoas caminhando com seus olhares firmes mirando o horizonte. Não mais olhavam para baixo como zumbis cabisbaixos focados nos seus mundinhos de ilusões, hoje acordei sem pegar o telefone pra descobrir novas mensagens, hoje acenei pra quem andava na rua, olhei o céu, reparei até no chão, hoje havia cheiro de livro entorpecendo quem passasse pelas praças da cidade. Havia jogos de dama, tabuleiros por toda parte, um grupo ao longe davam um rolê de bike, outras já gargalhavam da tal "desgraça" - Fim dos tempos, esbravejavam. 48 horas de vida tal qual foi na distante infância. Hoje quem sentir minha falta irá me ligar só pra ouvir minha voz, outros chegarão após dois dias reclamando da falta de comunicação, impedidos como se de mãos atadas pela puta sacanagem das operadoras de telecomunicação. Hoje eu acordei reparando muito coisa. Serão 48 horas de reflexão. Tamires Carvalho

Tamires Carvalho

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Tamires Carvalho

É que eu não posso ficar fazendo figuração quando na realidade eu deveria ser a protagonista principal dessa história, não entende que não posso simplesmente pegar uma cena do enredo dessa história, eu deveria ser a mocinha e você o galã, eu deveria estar correndo em câmera lenta…
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É que eu não posso ficar fazendo figuração quando na realidade eu deveria ser a protagonista principal dessa história, não entende que não posso simplesmente pegar uma cena do enredo dessa história, eu deveria ser a mocinha e você o galã, eu deveria estar correndo em câmera lenta em uma areia fofinha e branquinha esperando você vir ao meu encontro e me abraçar de leve, me tomando em seus braços e dizendo o quanto esperou por esse momento, deveríamos enroscar nossas mãos e correr para a praia e nos amar junto as ondas num dia de verão, é que eu deveria ser o principal, ser a mais cobiçada, a garota do seu coração, é que eu não posso, não devo e não quero implorar atenção numa cena cortada em que você não me da sequer atenção. você fica bravo, esbravejando; insensato, não percebe que talvez eu queira chamar atenção.

É necessidade, necessidade ao extremo, desejo de estar vivo no sentido exato da palavra, é ter contato,, é pulsar coma alma, é gritar com o corpo, sorrir com os olhos, e falar com a face, ser destemido, desbravador da própria estrada, é ser destemido, é uma necessidade voraz, é s…
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É necessidade, necessidade ao extremo, desejo de estar vivo no sentido exato da palavra, é ter contato,, é pulsar coma alma, é gritar com o corpo, sorrir com os olhos, e falar com a face, ser destemido, desbravador da própria estrada, é ser destemido, é uma necessidade voraz, é ser mais que palavras...

Logo chegou o dia em que Tereza levantou-se abruptamente, limpou as lágrimas já quase secas, respirou bem fundo como se enchesse os pulmões de todo ar que podia, soltou-o vagarosamente, Puxou uma mala velha de cima do armário, jogou-lhe uns trapos antigos com cheiro de naftalina…
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Logo chegou o dia em que Tereza levantou-se abruptamente, limpou as lágrimas já quase secas, respirou bem fundo como se enchesse os pulmões de todo ar que podia, soltou-o vagarosamente, Puxou uma mala velha de cima do armário, jogou-lhe uns trapos antigos com cheiro de naftalina e foi-se embora, Tereza não mais voltaria. mal olhou para trás para fechar a porta, o vento então bateu em seus cabelos, o sol a iluminava por inteira, Tereza então sorriu e foi-se embora saltitante... é o fim para um começo.

De onde que Maria é? - Maria querida de onde és? Maria não vem, Maria não virá,
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De onde que Maria é? - Maria querida de onde és? Maria não vem, Maria não virá, Maria querida não veio, me fez esperar. Maria!!! ?? Horas a fio em busca de Maria e cadê tu, ô Maria, Maria!? Mataram Maria, Mataram, mataram mataram minha Maria, - ô Maria, No asilo da cidade, dona cila desconsolada está a chorar e indagar aonde "cê" tá Maria, Dona Cila as prantos pensa e regurgita palavras doloridas e aquosas, dona Jorgina amiga de asilo de Dona cila, ouve atenta as lamentações da pobre Cila, Olha para mim e diz com voz serena: Se acalme enfermeira, ela é assim mesmo, ela chora, chora as dores da vida. as lamentações já sofridas, é chorosa e desmedida, no fundo a "VÉIA" é só uma menina sofrida. ps.: fiz este texto depois que fui fazer um estágio em um asilo aqui da minha cidade, os nomes são diferentes para preservar a identidade das mesmas e também porque não mais me recordo deles rs