Frase de izildinha
Quinhão Os pés surraram arfantes, alamedas. Obediência tranquila, ao pensamento. Á noitinha, horizontais cores labaredas. Linda lua, principiando livre advento. Meu rosto alisando, no veloz vento. Zunindo friorento, pelas esquinas. Enquanto, deitando em atrevimento, Zombarias finas, e vedando neblina. Jamais te vi, quando todos partiram. Tendo um rumo certo, para algum lugar. Escondi o rosto, fugindo, nem me viram. Quando mãos em silêncio, puderam falar. Toques soletrados, silêncio submergido. Tatuando em brasa, a minha pele fria. Em um momento recordado, tão dorido. Sensação inquietante, onde tu estarias. As curvas sinuosas, a noite quebraram. Tapado instante, doce visão paradoxal. E em versos ou prosa, contudo rimaram. Eu apenas, pequeno quinhão sentimental.
No pensador.ai desde