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Frase de Márcio Souza

ALMA SELVAGEM. Oh! Minha liberdade! Dessa estrada longa e comprida vida! Porque me prendeste? Porque não me deste a liberdade dos pássaros, para que eu pudesse imprimir meus cantos livres e soltos. Voar, suavemente, ao sabor dos sopros dos ventos, sob os raios do sol, sob os pingos das chuvas e as brisas das brancas nuvens do céu. Porque não me deste a liberdade de um potro selvagem, alimentando-me da verde relva, singrando, livremente, os pântanos, prados e planí¬cies, em galopes flutuantes e sem medos dos desertos da vida. Enfim, a liberdade e a força dos animais, na busca de alimentar e realizar a vida de sonhos de alegrias, de vontades e de amores, sem o compromisso de se sentir presos pelo destino. Oh! Liberdade! Hoje, alquebrado pelo tempo, desgastado pelo vento, já não me resta mais tempo. Tu vida o levaste! Hoje, de um passado distante, só resta o lamento da liberdade que não me deste e do tempo que se foi e que, só agora percebi, passou. Oh! Doce e querida vida! Porque não me deste a liberdade dos livres animais, para voar como os pássaros e galopar como um o potro xucro pelas pradarias orvalhadas ou pelas areias desérticas, com a minha alma selvagem. Mas se tudo já estava previsto e escrito que se cumpra o meu destino. É a vida!

Márcio Souza

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Pensador.com

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⁠ ETERNO AMOR 781 Márcio Souza Pela primeira vez que te vi As nuvens no céu se abriram Com a luz do teu amor renasci E felizes as estrelas sorriram. Perambulei pelas galáxias infinitas Como um caminheiro errante Tu, entre as estrelas, a mais bonita E do universo a mais brilhante. Amamos, fizemos juras de amor Vivemos em êxtase de lua de mel Aspiramos perfumes das flores, Como dádivas caídas do céu. Do lindo amor que plantamos Com muito amor e carinho Fiz de ti a beleza do meu sonho E a mais linda flor do meu jardim. Desse amor puro e sincero Transformado em brisa ou chamas Será vivo e sempre eterno Porque eu te amo e tu me amas. Márcio Souza

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CIPRESTES AO LUAR. Márcio Souza A lua beija os ciprestes, Com os teus raios de esplendor, Tuas luzes em forma de preces, De muita paz e amor. Oh, lua, querida lua, Romântica e apaixonada, Traz-me em toda beleza tua, Os beijos de minha amada. É esse beijo que consola, Alegra e me alivia o coração, E aos poucos eu mando embora, Parte desta minha triste solidão. Oh! Lua ao retornares, Tome a mesma direção, Peço-te para minha amada levares, Meu amor, meu coração. Entre os ciprestes verdes, Como namorados ao luar, Amanhã eu quero ver-te, Trazendo, o meu amor pra eu amar. Oh! lua branca prateada, Vais depressa, por favor, Vais buscar a minha amada, Traz pra mim o meu amor! Márcio Souza