Frase de Notório Jhow
A percepção de que a felicidade é efêmera pode nos ajudar a valorizar os momentos presentes, sem a expectativa de que ela seja uma constante em nossas vidas.
No pensador.ai desde
A percepção de que a felicidade é efêmera pode nos ajudar a valorizar os momentos presentes, sem a expectativa de que ela seja uma constante em nossas vidas.
No pensador.ai desde
Marcas do Amor O'que é o amor, ele suporta as marcas? As marcas fizeram com que alguém como eu
Marcas do Amor O'que é o amor, ele suporta as marcas? As marcas fizeram com que alguém como eu fosse alcançado pelo amor que eu não poderia ter De um amor tão grande fui formado e não tenho como agradecer?
Entre a Solitude e a Solidão Parei, pensei, fiquei sozinho, Não saí, não mudei, só continuei.
Entre a Solitude e a Solidão Parei, pensei, fiquei sozinho, Não saí, não mudei, só continuei. A extensão do vazio, Mostra como é confortável isso, A solitude, onde angústias profundas, Entram em colisão. Com a solitude, não se precisa de ninguém? Me pergunto com frequência, Quanto tempo dura o eterno? Já ouvi essa história antes, Minha mente me diz. Cada poema escrito, Remete ao mais profundo interior. Pessoas brigam por nada, Pessoas não pensam por nada. Disseram que a solitude pode resolver isso, Mas e quando a solidão, É mais forte que a solitude? Respostas permeiam minha cabeça: O que é correto, Quando o amor não é correspondido? O que deve ser feito, Quando se ama e não se é amado? Sem dúvida, uma pergunta, Que não tem resposta sem a solitude.
Na solitude, encontramos a liberdade de ser inteiros; na solidão, enfrentamos o desafio de aceitar essa completude sem precisar de mais ninguém.
O Vasto Infinito Na vastidão do meu ser, um pensamento ecoa: Como construí labirintos na mente perdida?
O Vasto Infinito Na vastidão do meu ser, um pensamento ecoa: Como construí labirintos na mente perdida? Seria eu tão inconsistente, tão incerto, Enquanto o mundo ao redor se transforma e desmorona? Escolhas e decisões, ocultas nas profundezas da alma, Por medo de arriscar, deixei sonhos se esvaírem; Desejos e esperanças, coroados como reis, E eu, mero bobo da corte, buscando sua graça. O que eu não podia ter, eu conquistei, Lutei, batalhei, sofri e, no fim, triunfei; Uma guerra travada contra mim e a realidade crua, E venci a batalha, liberando-me do medo que antes me aprisionava. O medo, uma sombra traiçoeira, me revelou um segredo: Não tem poder sobre mim, mas eu lhe dei força, E assim me aprisionei, em correntes quase eternas. A solidão, companheira silenciosa, me sussurrou: Sua realidade é tecida pelas próprias ações; Sozinho, vazio, como pude crer nisso? No final, tudo que eu precisava era retirar a força do medo; Com uma resposta simples, percebi a verdade: O sucesso se molda pelas minhas próprias mãos, E a jornada para alcançá-lo será inesquecível.