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Frase de Isabela Calaes (beloescrito)

⁠A vida não te dará motivos para sorrir sempre, a diferença é que uns vivem sorrindo mesmo que sem motivos. Não estou dizendo que chorar é proibido, chorar traz alívios incríveis... mas você já experimentou sorrir para aquilo que está te incomodando? Isso não ter a ver com “tapar o sol com a peneira”, e sim com “se a vida te der um limão, faça uma limonada”. Tenho que admitir que é bem mais fácil chorar e se entregar, mas o difícil tende a ser mais “emocionante”, não? Por diversas vezes, tudo ao seu redor te fará cair, mas a força que te mantém em pé é divina e mais poderosa que todo o resto. E SIM, É RESTO! Acreditar que um ser cuja figura não podemos ver intercede por nós pode ser muito difícil, a menos que você acredite que simplesmente TUDO tem a ver com Ele. Eu poderia dizer para você que a sua coragem de levantar vem dEle, mas não seria toda a verdade, pois a sua queda também é propósito dEle. Assim, aconselho você a crer nEle pelo o que é, pois nada sai para ou volta de determinado lugar sem a Sua permissão. É de suma importância admitir que cair também é “bem-vindo”, porque os degraus que você utilizará para se reerguer lhe darão mais respostas que simples tropeços ao longo da caminhada. Rir do ruim é como aceitar que ele vem para um bem posterior e maior. Agradecer somente pelo que convém é uma gratidão incompleta. Sejamos gratos pelo TODO.

Isabela Calaes (beloescrito)

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Pensador.com

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Outras frases de Isabela Calaes (beloescrito)

⁠Posso saber lidar com as palavras, mas o mesmo não acontece com o universo que sou.
⁠Terra de alguém? Terra de ninguém. Habitamos, mas não dominamos.
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⁠Terra de alguém? Terra de ninguém. Habitamos, mas não dominamos. Plantamos, mas nada levamos. Lutamos, perdemos, ganhamos, Mas para debaixo da terra todos vamos. Tanto oramos, pedimos, Mas nossa vontade seguimos. Sorrimos, choramos, Caímos e levantamos. Vivemos, morremos, E continuamos sobrevivendo. Quantas vidas temos? Renascemos. Muitas vezes, questionamos. Erramos e culpamos. Da responsabilidade nos livramos. Plantamos. Para onde iremos? Talvez você tenha esquecido que também colhemos.

⁠No fim, estamos sozinhos. Na verdade, nem precisa ser no fim. E não, isso não é algo ruim, muito menos assustador. Eu adoro estar sozinha, como também, adoro quando estou rodeada de quem amo. Estar sozinho é diferente de ser sozinho. Estar sozinho é vestir qualquer roupa, ou ne…
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⁠No fim, estamos sozinhos. Na verdade, nem precisa ser no fim. E não, isso não é algo ruim, muito menos assustador. Eu adoro estar sozinha, como também, adoro quando estou rodeada de quem amo. Estar sozinho é diferente de ser sozinho. Estar sozinho é vestir qualquer roupa, ou nem vestir, e se sentir lindo (a). É colocar um bom filme e não se incomodar em não ter alguém para compartilhar a cena engraçada. É fazer máscaras, hidratações, maquiagens... para ressaltar o exterior, mesmo sabendo que o que é belo vem de dentro. É não se incomodar com o cabelo bagunçado ou unhas destruídas, pois há a consciência de que a arrumação disso tudo nunca substituirá teu momento de não querer fazer nada. Ser sozinho é desolador. É ser egoísta consigo mesmo e, talvez, até egocêntrico. Nunca desejei ou desejarei ser sozinha, como nunca deixarei meus momentos em que estar sozinha é a minha vontade. A solidão é necessária, porém, como tudo, tem que saber "usar". Aqui, nesse ponto, entrará o amor. O amor é mais que necessário, mas também pode se tornar perigoso. Amar o próximo nunca será ruim, a não ser que você o ame mais que a si mesmo. Isso não sou eu quem digo, em Marcos 12:31 temos: "Amarás o teu próximo como a ti mesmo." E é a mais pura verdade, pois quando o amor pelo outro se torna maior do que o sentido por si próprio, ele começa a te consumir, mais do que deveria, aos poucos. Na verdade, ele nem deveria consumir, e sim fluir. Me acho extremamente intensa, e não costumo, com muita frequência, demonstrar essa intensidade em atitudes, mas isso nunca quis dizer que meus sentimentos não fossem avassaladores. Eles me transformam, quando menos espero. Fazem de mim alguém que passa a não entender as próprias atitudes. E mesmo, muitas vezes, não as aprovando, aprendi a amar minha intensidade, pois a bondade também é intensa aqui dentro.

⁠Durante nossas vidas, fazemos inúmeros pedidos. Pedimos paz, amor, felicidade, prosperidade, empatia, tolerância, resiliência, saúde, bens materiais... assim, os ansiamos cada vez mais, como se nunca tivéssemos provado nenhum deles. O alcance do apogeu de felicidade se torna cad…
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⁠Durante nossas vidas, fazemos inúmeros pedidos. Pedimos paz, amor, felicidade, prosperidade, empatia, tolerância, resiliência, saúde, bens materiais... assim, os ansiamos cada vez mais, como se nunca tivéssemos provado nenhum deles. O alcance do apogeu de felicidade se torna cada vez mais possível, logo depois, com as reviravoltas, mais impossível. A maioria de nós carrega a pior das falhas: a de não dar tempo ao tempo. Não buscamos pela dor, porém ela vem, de um jeito ou de outro, seja você quem for. Nesse momento, esquecemos que o mesmo pode/vai acontecer com a alegria. Ela está ali, em algum lugar, mas os óculos seletivos não a enxergam, muitas vezes. Óculos seletivos? Sim. Todos vemos aquilo que permitimos e, a partir de tal, sentimos aquilo que não escolhemos. Esse é o ponto principal: não sentimos o que queremos. Devemos ter muito cuidado com aquilo que escolhemos ver, pois isso determinará nossos sentimentos e ações. Não digo para não olharmos para as dores, mas para não focarmos em tais, pois elas não nos determinam, de forma alguma.Durante nossas vidas, fazemos inúmeros pedidos. Pedimos paz, amor, felicidade, prosperidade, empatia, tolerância, resiliência, saúde, bens materiais... assim, os ansiamos cada vez mais, como se nunca tivéssemos provado nenhum deles. O alcance do apogeu de felicidade se torna cada vez mais possível, logo depois, com as reviravoltas, mais impossível. A maioria de nós carrega a pior das falhas: a de não dar tempo ao tempo. Não buscamos pela dor, porém ela vem, de um jeito ou de outro, seja você quem for. Nesse momento, esquecemos que o mesmo pode/vai acontecer com a alegria. Ela está ali, em algum lugar, mas os óculos seletivos não a enxergam, muitas vezes. Óculos seletivos? Sim. Todos vemos aquilo que permitimos e, a partir de tal, sentimos aquilo que não escolhemos. Esse é o ponto principal: não sentimos o que queremos. Devemos ter muito cuidado com aquilo que escolhemos ver, pois isso determinará nossos sentimentos e ações. Não digo para não olharmos para as dores, mas para não focarmos em tais, pois elas não nos determinam, de forma alguma.