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Frase de Jefferson Moraes

SEXTILHA AO TEU CHEIRO Do cangote tu fez a arma Que me dominou tão ligeiro Sem tempo pra esconderijo E nem pra sentir desespero Eu fui mantido sequestrado No cativeiro do teu cheiro

Jefferson Moraes

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Pensador.com

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Foi Foi numa noite bela Foi dentro de um coreto
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Foi Foi numa noite bela Foi dentro de um coreto Foi uma moça de preto Foi lá na cidade certa Foi tão bom com ela Foi de fronte aos lábios Foi, mesmo sendo fraco Foi valioso, de verdade Foi, deixando saudade Foi o melhor dos abraços Foi muito tarde, já cedo Foi com cheiro de cigarro Foi fingindo ser amado Foi na data de Dom XI Foi sem precisar de beijo Foi como fogo no celeiro Foi sim, por todos os lados Foi, deixando-me em trapos Foi embora, sem vaidade Foi, deixando saudade Foi o melhor dos abraços (Jefferson Moraes) 09/06/2014 Olinda, Pernambuco.

Solidão Mais um dia cansado passou... Não o culpo de está comigo
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Solidão Mais um dia cansado passou... Não o culpo de está comigo Mas hoje és o melhor amigo Que realmente me sobrou Pode não acreditar, mas sou Alguém ainda de compaixão Independente da ocasião Só nos sobrará um ao outro De longe, pareço até solto Mas vivo preso a ti, Solidão. (Jefferson Moraes) Olinda, Pernambuco 20/05/201

Rio Doce / Princesa Isabel (Sem estética) Diante tanta formosura Quase fui atropelado,
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Rio Doce / Princesa Isabel (Sem estética) Diante tanta formosura Quase fui atropelado, Abestalhei-me com o Palácio Enquanto atravessava a rua; Tive que voltar pra casa Quando a noite se anunciou, Dei com a mão, driblei camelô, Subi, paguei, fui numa lata No caminho da regressão Passei pelo o cais Santa Rita, Ali, faltava era gente bonita E um tanto de organização; Quase esquecia! Um pouco antes Passou o Forte das Cinco Pontas E uma curva que deixava tonta A cabeça de qualquer pensante; Em um retorno meio horizontal, Eu vi o Capibaribe e o antigo Confesso que um pouco aflito Por me despedir do cartão-postal; Passei pela Cabugá Em um dia de sorte O acelerador ia tão forte, Nem semáforo podia parar; Após deixar o Espaço Ciência Varie o varadouro numa curva, Entrei em Olinda debaixo de chuva, Tinha a mesma alegria e essência Achei que tinha vindo me encantar A chuva escorrendo seu corpo gelado Descendo no embaraço da janela ao lado, Mas por causa dela, não vi a orla passar Entristecido, resolvi me entregar a chuvarada Quando puxei a corda que me fazia zarpar Percebi o que o destino queria me mostrar De uma forma simples e bem clara Que tarde ou cedo, a tempestade se vai Que é só o vidro que fica molhado Cabe acreditar que do outro lado Está a paz, onde só o descaso cai Pensei, segui invertendo Voltei pela a praia a pé, Devagarinho subi a sé, E lá, descansei sereno.