Frase de Bruno Ramalho de Carvalho
sei por que escrevo: escrevo porque não sei.
No pensador.ai desde
sei por que escrevo: escrevo porque não sei.
No pensador.ai desde
do ido assentado, faz pouco sentido: um doido acentuado
do ido assentado, faz pouco sentido: um doido acentuado nem sempre édoído.
O essencial não se basta no tangível.
O óbvio despercebido costuma ser relevante.
A reciprocidade é o justo produto da gratidão.