Frase de Luciano Spagnol (poeta do cerrado)
CARNAVAL, só que não ... A turba dentro de casa, privado carnaval Em tempo da peste, calma é a rua a fora Marchinhas e dos blocos nenhum sinal É o mascarado de uma troça que chora... Silêncio na rua até que venha a aurora O surdo do samba, num gemido final Apavora a inação, tomou conta agora De toda folia e, não vai ter Carnaval! Quieta a colombina, toda alva de cal Pierrô chora, e teus olhos tão baços Sem os passos é, não tem carnaval! Os quatro dias ausentes de cortejo Passistas fora dos seus compassos Fica pro ano que vem, o folião beijo! © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 14/02/2021, 06’46” – Triângulo Mineiro
Luciano Spagnol (poeta do cerrado)
No pensador.ai desde