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Frase de JOSE LUIZ DE SOUSA NETO

⁠Quando observamos a prudência como uma análise crítica do inconsciente humano e da relação estabelecida com o outro, percebemos uma íntima ligação dela como um elemento regulador que, de certa forma, regula a dor. A prudência pode ser considerada uma virtude prática. A prudência, nesse sentido, apresenta uma faceta de introspecção, na qual o indivíduo, ao olhar para as profundezas de si mesmo, percebe como sua posição em relação ao problema é determinante para o estabelecimento da dor. Nesse sentido, sua análise começa quando ele se implica na sua dor, deixando de ser mero agente passivo e tornando-se protagonista na construção de uma nova realidade psíquica. No caminho da prudência, o indivíduo busca novos conhecimentos que lhe trarão uma nova perspectiva de vida sob outro ângulo. Esse conhecimento sobre o que é humano lhe permitirá atuar de maneira mais eficaz consigo mesmo, retirando a ignorância que o impede de entender sua complexidade como um ser espiritual. Dessa forma, ao trazer para o consciente o seu inconsciente, ele se torna capaz de mudar sua posição frente ao problema. E, ao fazer isso, encontra a função reguladora que ameniza a dor por meio da prudência. Ao agir assim, muda sua concepção sobre o outro, pois também mudou sua concepção de si mesmo. Nesse novo caminho, já não é refém de emoções provocadas por situações externas, mas consegue nutrir boas emoções internamente, mantendo-se em equilíbrio e resgatando a noção de humanidade. Afinal de contas, o amor é prudente!

JOSE LUIZ DE SOUSA NETO

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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⁠Quando em meio ao vale de dor, de sofrimento e escárnio, Jó ora e intercede a Deus pelos seus "amigos", dentro os quais os que o acusavam de cometer pecado grave, naquele instante Deus vira o seu cativeiro. Interessante notar que em meio a pobreza, doença e dificuldades probatórias, o coração daquele homem revela a riqueza da sua alma, preenchida pelo amor verdadeiro a Deus. Como Jesus afirmou: Porque a boca fala o que transborda o coração!

⁠Cada ser humano possui um determinado tipo de temperamento que carrega consigo desde o nascimento. As disfunções ocorrem em detrimento do não reconhecimento do próprio temperamento, aliado ao fato da ausência de conhecimento da prática correta por parte dos pais do “como” lidar…
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⁠Cada ser humano possui um determinado tipo de temperamento que carrega consigo desde o nascimento. As disfunções ocorrem em detrimento do não reconhecimento do próprio temperamento, aliado ao fato da ausência de conhecimento da prática correta por parte dos pais do “como” lidar com aquele tipo de temperamento da criança, gerando traumas. Deste modo um temperamento dominante pode se tornar agressivo, um paciente pode se tornar sem resultado, um analítico pode se tornar complexo e insuportável e o extrovertido em inconveniente. José Luiz de Sousa Neto - Psicanalista

Compaixão é sentir o que o outro sente.⁠ Simão Pedro foi escolhido como líder da igreja pela compaixão em seu coração. Aquele que traiu Jesus, agora perdoado, poderia assim amar o rebanho do Senhor, exercer misericórdia, não ser duro e rigoroso, mas afável e zeloso. Precisamos te…
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Compaixão é sentir o que o outro sente.⁠ Simão Pedro foi escolhido como líder da igreja pela compaixão em seu coração. Aquele que traiu Jesus, agora perdoado, poderia assim amar o rebanho do Senhor, exercer misericórdia, não ser duro e rigoroso, mas afável e zeloso. Precisamos ter compaixão pelas almas, porque um dia fomos alcançados!

Entendendo a lição do célebre entendimento de Heráclito a respeito dos 100 soldados na guerra, é correta a noção para a vida de que o fraco ou falso combatente não dá valor ao guerreiro. O que não milita de verdade, não dá valor ao que milita. O guerreiro luta pela sua pátria, ma…
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Entendendo a lição do célebre entendimento de Heráclito a respeito dos 100 soldados na guerra, é correta a noção para a vida de que o fraco ou falso combatente não dá valor ao guerreiro. O que não milita de verdade, não dá valor ao que milita. O guerreiro luta pela sua pátria, mantendo o seu propósito, independente do resultado e do reconhecimento.