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Frase de Poeta22

Carne que rasga a prosa, sepultando palavras em epitáfios, e nos vincos, o declínio estende-se. Prescrevendo o fim, atrás de um final digno, mas por que sempre grotesco? Rota final de um reflexo gelado, dançando em minha direção, sorrindo para mim. Há morte onde passa, por onde anda, o que pensa? Dubiedade, acumulada no recinto de arrependimentos, réquiem me fez assim. O vazio queima no frenesi, simulacro de uma imaginação feliz transmutada com veemência em um pecado inapto.

Poeta22

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Pensador.com

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⁠Anjo, por que choras? Outro ser humano pecou? Anjo, por que lamentas? Um novo demônio nasceu? Anjo, por que aplausos? Desapontou-se com Deus? Anjo, deixe carregar-te por mundos velhos, mal moldados, com pobres criaturas, pobres vidas. Mostre-me um sonho diferente, sem preces, sem deuses, sem dor. Manche a alma maculada daqueles que se perderam no breu, corrompidos por uma devoção doentia. Procure em mim uma esperança morta, uma crença que se esvaiu da minha mente, que prorrompe a diretriz criada por capricho e com a dubiedade imposta em ideais extenuados. Anjo, cure-me de meus pensamentos, silencie os ruídos de minhas lembranças, apague e arranque a pequenez implantada em mim. Anjo, desculpe-me por ser eu.

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⁠Crescente solidão, terror implantado em uma casa vazia, sem saída, perdido em memórias. Reside em pesadelos, dedetizando os consumos do mal. Dança pestífera, junto a uma ópera de lamentações, numa valsa visceral. Epitáfios, ausentes de vidas, em uma mutação grotesca, buscando um sorriso. Sem pedestal, para apresentar um novo trauma, que pecou em uma diretriz irônica. Prescindindo um sentimento efêmero, resguardando uma fé inapta. Buscando a redenção, na podridão. Nos corpos puídos, a comporta se materializa em uma singularidade enrugada. Um agouro consumado, feito de falácias ásperas. Apêndices se formam na destruição, a proposta se prorroga do breu e prostra em simulacros.