Frase de Carol Manzoli Palma
"A rosa se apaixona pelo cravo cravado em si pelo superego. A rosa contempla o cravo pouco IDentificado em si. A rosa interage com o cravo e descobre-o sem ego. A presença da rosa provoca no cravo uma tensão reveladora de sua falta de IDentidade. O cravo projetadamente canaliza na rosa a ausência de figura genealógica faltante em seu jardim. A rosa tão rosada acordada na madrugada da inocência um dia constata a vontade de devolver ao cravo a tríade de Freud. Pobre rosinha, certas coisas não lhe pertencem. E nessa realidade que a ambos restou foi assim que a rosa despedaçou e o cravo saiu ferido após acordarem para a vida embaixo da sacada"
No pensador.ai desde