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Frase de Ronaldo Elias Pena

O ato de suborno é insustentável e tem duas vias a que pede e a que concorda que paga por determinado interesse. O desequilibrio é permanente e o perigo constante e está na própria relação. O que pede sempre acha que o que deu, poderia dar mais. O que deu acha que o que pediu, nunca deveria ter pedido. Se houver nova tentativa de pedir mais para quem paga, a tensão aumenta, o desequilibrio se torna mais instável e fatalmente essa relação tem tempo e hora para acabar. E um dia mais alguém ficará sabendo. Por isso , sempre a responsabilidade maior é de quem concorda em pagar. Se ele sempre dissesse não e outros fizessem o mesmo, tornaria esse negócio mais dificil para quem pede. mas como é fácil pedir e mais fácil achar quem dê. Esse negócio nunca vai acabar. Pior agora existem os que dão tanto que convencem até aqueles que nunca pediram que isso é um ato normal.

Ronaldo Elias Pena

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Quando se contrata um projeto de segurança. Damos a oportunidade de forma racional ouvir projetista com suas experiências em projetar e implantar, damos a oportunidade de pensar se o que havia sido proposto ou sugerido em orçamentos será realmente viável do ponto-de vista de aten…
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Quando se contrata um projeto de segurança. Damos a oportunidade de forma racional ouvir projetista com suas experiências em projetar e implantar, damos a oportunidade de pensar se o que havia sido proposto ou sugerido em orçamentos será realmente viável do ponto-de vista de atendimento das demandas (...) a maioria das empresas querem vender equipamentos e instalá-los, uma pequena parcela de empresas estão comprometidas com a busca de soluções adequadas e customizadas para cada caso."

O problema não é apenas concebermos quem está fora de nossos dominios protegidos são inimigos. O problema é a concepção que crio a respeito desse conceito. Com o inimigo se faz acordos temporais, ele é mantido sobre vigilância constante, sob custódia ou segundo os métodos de ocup…
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O problema não é apenas concebermos quem está fora de nossos dominios protegidos são inimigos. O problema é a concepção que crio a respeito desse conceito. Com o inimigo se faz acordos temporais, ele é mantido sobre vigilância constante, sob custódia ou segundo os métodos de ocupação dos militares, os inimigos são eliminados das proximidades de nossas fronteiras (...) quanto maior a resistência do suposto inimigo, maior a aplicabilidade 'os fins justificam os meios (...) que tipo de paz recupero desconfiando do outro como meu eterno inimigo"