Frase de eu
Esse poema é uma estratégia De desapertar o nó do pescoço o nó da garganta, o da consciência e só mais um nó – um outro. É só mais um jeito aflito e calado De desapertar o fecho dos lábios O fecho da alma, o fecho do corpo E só mais um fecho – um outro. Ó, caro leitor! Não queira saber Seria cruel tentar desvendar Só volte a si e veja você Que nó, que nó te está a apertar.
No pensador.ai desde