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Frase de Gloria Sofia

⁠Sou forte, sou forte Como uma serpente no peito Uma serpente raivosa Que de dor dança Grita e chora. Tenho nas mãos Pedaços de sangue Réstias de paixão Na alma fatias de sonhos No rosto risos partidos Migalhas de amor próprio Na garganta a voz surda Nos olhos constelam estrelas líquidas Nos lábios soluços e prantos E na beleza do delírio O sol morre afogado nas lágrimas Assim de repente Levanto como um facho Esculpida pela renúncia Agarro "balaio" de história De beijos e equívocos Exponho para o céu. Ponho o meu vestido Vestido dourado dos meus filhos Com mão na cintura Carrego a fraqueza De alegria que rasgou-me E sangrou-me nas palavras. Sou forte, sou forte Tão forte sou que Desconheço a minha força Glória Sofia 2-7-2020 11:27

Gloria Sofia

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Pensador.com

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⁠A vida é uma guerra Romance engole pressa Sonhos mastigados pela história
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⁠A vida é uma guerra Romance engole pressa Sonhos mastigados pela história De uma ventre seca e ansiosa Alguém quebrou o vaso Antes das rosas murcharem O líquido das órbitas Alimentam o amor A vida é uma guerra Insônia infantil Bate-me na alma Dos dedos depreende Palavras da terra molhada Palavras do conforto Palavras de aceitação Palavras que abraçam Palavras que empurram Palavras que não choram Palavras que são falidas Palavras de migalhas A vida é uma guerra Estamos num campo De palavras minadas A música explode Rasga a esperança Rompe os olhos Mãe, mãe mãe A vida é uma guerra Mas eu sou a vitória Eu sou triunfo Eu sou a mãe no campo da batalha Sou a mãe no ringue do boxing A vida é uma guerra As rosas sangram-nos nas palavras As espingardas de chocolates As lasanhas envolta do meu ego A vida é uma guerra As folhas permanecem verde Verde de uma esperança murcha Verde que não cheira a vermelho. Estou numa guerra com a vida Experiências com as mãos desfeitas Agarram os meus ombros Recuso, recuso e recuso Acreditar que o amor o fere Recuso, recuso acreditar Em tudo que não faz-me sorrir A vida é uma guerra De emoções, de medo De deixar de amar A vida é uma guerra E eu sou a Glória Filha de Vitória.

⁠Sou uma bruxa Oh! Homem magia Oh! Fantasma do príncipe
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⁠Sou uma bruxa Oh! Homem magia Oh! Fantasma do príncipe Faço meu corpo um caldeirão Levo-o para montanhas das pedras E coloco no fogo do sol Oh! Homem magia Oh! Fantasma do príncipe Entrego-o Entrego o meu temperamento A carência em mim Os cristais quebrados As lágrimas como fachos no templo Oh! Homem magia Oh! Fantasma do príncipe Faço o meu corpo uma arrecadação Onde depositas resíduos sólidos do teu ego Com pernas bambas e alma negra A desilusão caí com os teus cabelos Oh! Homem magia Oh! Fantasma do príncipe A magia da tua conquista desvanece Como um elogio ao teu sorriso Assisto a máscara a cair de um lado Com o cabo da vassoura Mexes no caldeirão os restos pastosos Do orgulho ferido, querido e amado Oh! Homem magia Oh! Fantasma do príncipe Busco a receita de manter-me agarrado Quando o teu corpo tem braços de vento e as tuas pernas são brisas do amanhecer A grade dos teus dentes soltam As palavras, as ervas daninhas Que o meu corpo não merecia Uma pitada de “não te amo” Apimentada com a voz gélida Oh! Homem magia Oh! Fantasma do príncipe A fantasma do teu toque Penetra o mistério na minha mente O meu corpo já não é um caldeirao As montanhas ja são as pedras que a seguram O sol não é o fogo que vai-lhe aquecer. Oh! Homem magia Oh! Fantasma do príncipe Continuo a percorrer este caminho de outono Continuo a ser a bruxa Que anseia pelo amor Que tem medo da morte das flores Que bebe chás de joaninhas Que coleciona- as folhas partidas E que escolheu esquecer-te. Oh! Homem magia Oh! Fantasma do príncipe