Frase de Vanusa Flores (cantora)
Eu me lembro muito dele [Antônio Marcos], do seu jeito de andar, de olhar, seu porte atlético, sua morenice, seus cabelos pretos e anelados teimando em esconder o rosto bonito.
No pensador.ai desde
Eu me lembro muito dele [Antônio Marcos], do seu jeito de andar, de olhar, seu porte atlético, sua morenice, seus cabelos pretos e anelados teimando em esconder o rosto bonito.
No pensador.ai desde
O silêncio e a solicitude me fizeram pensar muito e a escrever, porque esta
O silêncio e a solicitude me fizeram pensar muito e a escrever, porque esta é a única maneira que sei transformar sentimentos em palavras para fazer voar meu coração.
Por bem você me leva até para o inferno. Por mal, não me leva nem para o céu.
Eu tenho meus dias de sim Eu tenho meus dias de não Um suspiro na noite
Eu tenho meus dias de sim Eu tenho meus dias de não Um suspiro na noite Uma solidão Que aperta e prende Meu coração. Eu tenho meus dias de lua Eu tenho meus dias de sol Uma manhã que clareia Outra dor que lateja Talvez um amor me deseja E me beija Como flor de cereja. Eu tenho meus dias de inverno Eu tenho meus dias de verão Uma tempestade de neve Um vento quente de ilusão Um cachecol de vento Um sopro de vida Que sim e que não. Eu tenho meus dias de luz Eu tenho outros de escuridão Brilho de estrela que cega Um coração de cristal Uma alma de poeta Que respira E de perfume transpira. Eu tenho meus dias de raiva Outros de toda gratidão Um dia de dor Outros de viva paixão Muitos só de alegria Tantos de solidão. Eu tenho meus dias de lágrimas Tantos de risos e alentos Sonhos dourados de amor Pesadelos de loucas insônias Desvarios, cansaço e perdão Tem dias que sou flor E outros que sou só rebentos!
Sonhei um dia que eu era uma rosa cor-de-rosa, perfumada e bela.
Sonhei um dia que eu era uma rosa cor-de-rosa, perfumada e bela. Do alto da minha juventude olhava o jardim e me sentia uma rainha que tudo sabia. Até o dia em que descobri que meu colibri havia ido beijar outras flores em outros jardins. Via minhas pétalas caírem uma a uma e me entristecia. Quando um duende verde e saltitante apareceu e disse: Ó Rosa! Não olhe só para si. Veja suas flores e seis espinhos. Cada um deles é um filho, uma canção nas cordas do seu violão, um sonho a ser realizado. E pela primeira vez senti que não existe fim, apenas um reciclar de vidas, e não era a primeira. Olhei de novo e vi que eu não era só aquela rosa. Eu era a roseira inteira.