Pular para o conteúdo

Frase de Luciana Ferreira

⁠DEIXE O AMOR TRANSBORDAR DE VIDA ESSE DESERTO QUE É O COTIDIANO QUE VIVEMOS Já ouviu falar que dois corpos não ocupam o mesmo lugar ao mesmo tempo, no espaço? Essa é uma regra básica da física, que serve também para o amor. Não há amor, nem felicidade, nem paz onde se cultiva e se prolifera o ódio, a inveja e o preconceito. Não há como amar, tampouco ser amado, quando as suas ações são regidas por sentimentos que o afastam o tempo todo. Um olhar de ódio para tudo e para todos leva a um vício: o de reclamar. Se nada for bonito, encantador, terno e apaixonante, a vida será sem graça, é óbvio. O amor precisa de espaço para entrar, para chegar. Precisa de portas abertas, de olhar calmo, de leveza, de paixão, de sorrisos e, se houver arte, se houver música, vai ser mais fácil. Em meio à correria do cotidiano, num mundo onde as academias são os únicos lugares para que seres da espécie humana se entreolhem, há pouco espaço para o amor. O ódio, a inveja e o narcisismo adoeceram a raça humana, que parece ter se esquecido dessa necessidade tão básica que temos do afeto. As pessoas parecem estar cheias de ódio, de desesperança, impregnadas por uma incapacidade de deixar que algo bom saia de suas bocas. Reclamam o tempo todo, odeiam, invejam, xingam e acreditam piamente que, um dia, vão encantar alguém. Eu não quero um amigo, irmão, namorado, companheiro ou colega que não tenha algo de bom a me encantar. As pessoas estão perdendo o encanto pela vida, por nós mesmos e, claro, pelo outro. Sem amor, adoecemos. Cristo, já provou que isso é verdade. Odiar é um vício que se alastra, é feito uma bactéria que se procria em todo o ser da espécie humana. Talvez o amor seja a única salvação, talvez seja a única coisa que realmente valha a pena na vida, mas ele se tornou um estranho para muita gente. Uma grande parte das pessoas não o conhece, nunca o viu — tornou-se solo infértil para ele, parece criar um campo magnético de repulsa ao afeto, exatamente por estar impregnada pelo seu oposto — o ódio. Lembra da citação de Coríntios ao dizer que “sem amor eu nada seria”? Isso e a mais pura verdade! O trânsito, a política, os seus pais e a sua chefe não seriam problema se houvesse mais amor. E o tão sonhado amor para toda a vida seria uma realidade se simplesmente nos dispuséssemos a cultivá-lo. Há apenas um único obstáculo, o ódio, e ele pode estar atrapalhando. Então, viremos a chave, experimentemos amar mais. Se funcionar, por favor, escreva-me contando! Eu sou apaixonada por histórias de amor!

Luciana Ferreira

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de Luciana Ferreira

⁠Pequeno desabafo de amor Não tenho olhos claros nem o físico tido como ideal. Não tenho uma carreira brilhante. Não sou escritora como quis ser um dia.
Continuar lendo

⁠Pequeno desabafo de amor Não tenho olhos claros nem o físico tido como ideal. Não tenho uma carreira brilhante. Não sou escritora como quis ser um dia. Escolho palavras erradas e você não entende o que há em minha essência. Tropeço na hora de te encontrar. Frequentemente tenho medo e algumas vezes desisto de me encantar com o brilho dos teus olhos. Tenho um coração sensível e imaginativo, sonhador e cheio de utopias. Sei que não sou a melhor opção, mas te ofereço o imperfeito. O amor mais humano. E, sobretudo, ofereço o todo, o completo, o conjunto do meu ser. Sinceramente e honestamente, inteiramente sua.

⁠Quero um amor que traga paz. O amor, ao contrário da paixão, oferece paz. Mas a paz não é a ausência de conflitos.
Continuar lendo

⁠Quero um amor que traga paz. O amor, ao contrário da paixão, oferece paz. Mas a paz não é a ausência de conflitos. É a capacidade de administrar esses conflitos, para que não haja rupturas. Não é apenas de um relacionamento que eu sinto a ausência. É principalmente dessa paz que eu tenho sentido falta. Por isso a minha oração sempre é: " Deus, se for pra vir, que traga harmonia, paz, tranquilidade e serenidade pra minha vida. " E, por enquanto, a gente vive o hoje, e agradece muito por isso Vamos em frente!

⁠Meu eterno problema com palavras se tem agravado. Penso nas palavras como se elas tivessem vida, como se fossem pessoas. Algumas palavras são casadas. A palavra caudaloso, por exemplo, tem união estável com a palavra rio. Não lembro de ter visto caudaloso andando por aí acompa…
Continuar lendo

⁠Meu eterno problema com palavras se tem agravado. Penso nas palavras como se elas tivessem vida, como se fossem pessoas. Algumas palavras são casadas. A palavra caudaloso, por exemplo, tem união estável com a palavra rio. Não lembro de ter visto caudaloso andando por aí acompanhada de outra pessoa. O mesmo vale para frondosa, que está sempre com a árvore. Outra coisa horrível é a solidão do Perdidamente... Coitado! É um advérbio que só adverbia o adjetivo apaixonado. Nada é ledo a não ser o engano, assim como nada é crasso a não ser o erro. Isso não te parece triste? Eu imagino como as palavras sentem-se sozinhas. Algumas palavras dependem de outras. Talvez por amor, afinidade, carência, preguiça ou outros sentimentos menos nobres. A palavra engano, por exemplo, acho que só está com ledo por pena. Ela sabe que ledo, essa palavra velha, não iria encontrar mais nada a essa altura do campeonato. Por isso, por caridade, resolveu dar-lhe o ombro e oferecer ajuda. Esse é o problema do casamento entre as palavras. Tem sempre uma palavra que ama mais. A palavra árvore anda com várias palavras além de frondosa. O casamento é aberto, mas para um lado só. Frondosa não encontra ninguém que a ame, mas árvore tem tantas companhias alegres e fieis. A palavra rio também sai com várias outras palavras: grande, comprido, branco, vermelho. E o pobre do caudaloso fica lá, sozinho, em casa, esperando o rio chegar, e a comida esfriando no prato. Porque ninguém, a não ser o rio, chega para fazer companhia ao caudaloso. Imagino o dia em que o caudaloso canse de ser maltratado e resolva sair com outras palavras. Que esbarre com aquele abraço e o abrace de volta. Quem sabe aconteça o dia em que o abraço caudaloso dê tão certo que fique comum em nossos diálogos e que sejam almas perdidamente inseparáveis. Talvez pra isso sirva a poesia, mas talvez seja apenas mais uma loucura de quem vê vida em todas as coisas. Pois há verdadeiramente vida, em todas as coisas. E as palavras tem mais vida e mais atitude do que conseguimos imaginar.

⁠Amigos virtuais Eu sou uma eterna apaixonada por palavras. Música.
Continuar lendo

⁠Amigos virtuais Eu sou uma eterna apaixonada por palavras. Música. E pessoas inteiras. Não me importa seu sobrenome, até porque o meu é mais simples possível, ou onde você nasceu, e muito menos quanto você carrega no bolso. Pessoas vazias são chatas e me dão sono. Gosto de quem mete a cara, arrisca o verso, desafia a vida. Eu sou criança, uma criança de 20 e uns anos. E vou crescer assim. Gosto de abraçar apertado, sentir alegria inteira, inventar mundos, inventar e viver cada vez mais as muitas facetas do amor, em todos os seus aspectos e características. Gosto de gente! De olhar no olho, de falar cara a cara e de sentir a verdade de cada palavra e expressão. O simples me faz rir, o complicado me aborrece. E, por essas e outras, EU VOU SEGUIR EM FRENTE! Eu amo o contato virtual que tenho com muitos aqui, mas NECESSITO do contato real, físico, do olhar que existe efetivamente, da vida que se respira longe da tecnologia. Por isso, nesse momento meu chato de minha vida, quero desejar um excelente dia pra todos os amigos reais e os virtuais, que sabem realmente o significado da palavra AMIZADE.