Frase de Isabel Morais Ribeiro Fonseca
POEMAS CATIVOS DE ALECRIM E LAVANDA O tempo do tempo é consumido como ar Na rotina do seu amargo arrependimento No arrasto do vento, no tempo da luz Pragmática de um beijo, morre sem nada dizer De uma história, sem prosa, sem verso Num único versículo, entre o perfume das rosas Talvez o silêncio esconda, poemas sofridos de amores Sem sentido das palavras que alguém roubou Sem reconhecer o culpado no próprio esquecimento Perderam a fé na abandonada mente, no condenado corpo Telhados de inverno cheios de quimera de um amor proibido Morto no esquecimento de uma alma, esquecida dando dor a tristeza Nas horas, nos minutos, de sussurros cativos da solidão Que existe uma prosa lírica em cada sílaba em cada palavra Liga ao coração como uma oração de esperança De louvor ao amor num aroma fresco de alecrim e lavanda
No pensador.ai desde