Frase de Bárbara Swthel
Porque éramos nós (Inspirado no romance de Elaine Araújo Brito) Entre as margens do desejo e do dever, nos encontramos, dois rios, a correr. O silêncio gritava o que a vida calou, e no espelho dos olhos, o amor despontou. Eu, prisioneira de um lar sem calor, você, refém de promessas de dor. Nossos passos dançaram no tempo perdido, um pacto selado no chão proibido. Culpa e redenção, num laço apertado, o ontem nos pesa, o hoje é roubado. Mas entre os dedos, o toque é verdade, um grito de alma, clamando liberdade. Se fomos errantes ou amantes do instante, quem pode julgar o que foi tão marcante? Porque éramos nós, no caos e na paz, um amor que rasga, mas nunca desfaz. E no eco das escolhas, o que restará? Uma memória do fogo que nunca se apagará. Porque éramos nós, e mesmo no fim, o amor será sempre a linha sem fim.
No pensador.ai desde