Frase de Tânia Souza
Da desigualdade Mãos semeadoras Nem sempre colhem. Amargo fruto
No pensador.ai desde
Da desigualdade Mãos semeadoras Nem sempre colhem. Amargo fruto
No pensador.ai desde
Noite de silêncio uma moça na janela contempla a neblina
tarde de outono o cãozinho esparrama folhas na varanda
tatuagem uma orquídea azul me embriaga
tatuagem uma orquídea azul me embriaga sua pele em pétalas
Lídia Baís ao espelho Não te perderás, mulher Em teus olhos de luar
Lídia Baís ao espelho Não te perderás, mulher Em teus olhos de luar Cores de resistência