Frase de Luciano Spagnol (poeta do cerrado)
ÚLTIMOS VERSOS (soneto) Na poesia luzente, hoje triste e fria Onde os versos eram para a gente Na poesia feliz, que ti trovei um dia Para sonhar, já perece, eternamente Achei (ia perpetuá-la) à nossa valeria Intocada a rima de amor contundente Aquele olhar, sussurrado em melodia Que nos fez delirar a alma ferozmente E doravante, chora, a prosa na solidão Que, outrora, era de convivo tão leve Agora, cheias de rancor e de embraço Aquele abraço que escrevia emoção Que trazia sintonia, e hoje tão breve Ó inolvidável amor, desatou-se o laço! © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 27/03/2020, 10’57” – Cerrado goiano
Luciano Spagnol (poeta do cerrado)
No pensador.ai desde