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Frase de Sabrina Oliveira - Jornalista

⁠Na noite insonsa, a insônia se aninha, Em meio à angústia que a justiça designa. Os pensamentos dançam em espirais, Enquanto o sono se afasta, lento demais. A mente inquieta, um turbilhão de aflições, Reflete as sombras da injustiça em ações. As vozes clamam por equidade e verdade, Enquanto a noite estende seu manto de ansiedade. Os olhos pesados, mas a mente alerta, Cada hora perdida parece incerta. Os ponteiros do relógio teimam em andar, Enquanto a insônia persiste em dominar. A angústia da justiça se insinua em cada esquina, Como um lembrete constante que atormenta e fascina. As batalhas não lutadas ecoam na mente, Enquanto a noite testemunha a dor latente. Mas que a esperança brilhe como estrela-guia, Na escuridão que a insônia nos envia. Que a luta pela justiça seja perseverante, E que a paz encontre abrigo, triunfante. E quando a aurora romper o véu da noite, Que a insônia se dissipe, leve e sem açoite. Que a angústia da justiça encontre alívio, E a noite se renda ao sonho, suave e festivo.

Sabrina Oliveira - Jornalista

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Pensador.com

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Outras frases de Sabrina Oliveira - Jornalista

⁠Uma das piores coisas que você pode fazer na vida é se contentar com a mediocridade. É muito mais fácil seguir o status quo do que tentar fazer uma mudança. É por isso que você pode se deparar inesperadamente com a triste constatação de que seu tempo passou. O mesmo vale para o…
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⁠Uma das piores coisas que você pode fazer na vida é se contentar com a mediocridade. É muito mais fácil seguir o status quo do que tentar fazer uma mudança. É por isso que você pode se deparar inesperadamente com a triste constatação de que seu tempo passou. O mesmo vale para o desânimo. Então não desista. Continue tentando.

⁠⁠Quando eu já nem sentia O cheiro de cigarro e suor não me injúria A água do chuveiro doía
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⁠⁠Quando eu já nem sentia O cheiro de cigarro e suor não me injúria A água do chuveiro doía O som do quarto ligado eu nem mais ouvia O cabelo engrenhado de 7 dias eu já nem sentia E quando eu já nem sentia Nem o espelho eu mais via O filme que preferido virou alegoria De quando eu sentia E agora, a sujeira na casa eu já nem mais via E nem lembro de quando sentia

⁠Abraços, sorrisos, palavras doces, São pequenas felicidades, Que passam com um estalar de dedos,
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⁠Abraços, sorrisos, palavras doces, São pequenas felicidades, Que passam com um estalar de dedos, E só enxergamos quando já é passado distante. Um dia ensolarado, Um café quentinho, Um momento de paz, São pequenas felicidades, Que devemos aproveitar, Antes que se tornem lembranças.

⁠Sonhei alto, sonhei forte, Sonhei que o mundo era meu, Mas a vida me pregou uma peça,
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⁠Sonhei alto, sonhei forte, Sonhei que o mundo era meu, Mas a vida me pregou uma peça, E as palavras dos outros me atingiram. Sonhos mortos, Sonhos perdidos, Sonhos que nunca mais serão vividos. A realidade foi cruel, Os obstáculos foram muitos, E as palavras dos outros, Acertaram como um tiro. Sonhos mortos, Sonhos perdidos, Sonhos que nunca mais serão vividos. O tempo passou, Mas as feridas não cicatrizaram, Os sonhos morreram, E nunca mais ressuscitaram. Sonhos mortos, Sonhos perdidos, Sonhos que nunca mais serão vividos.