Frase de Edson Luiz
Em Tempo de Poeminha Tamanho nunca foi documento É chorar nunca foi argumento. Ganhar no grito é feio E ser feio não é bonito. Ciranda nem sempre foi cantiga Cantigas nem sempre foram de roda Gato nunca usou bota E foi-se o tempo do relógio de corda. Assim como foi o tempo do orelhão E das fichas de telefone De crença em Coelho da Páscoa E medo de Lobisomem. E quase sempre o tempo Acaba sendo a cura de tudo. E quase sempre a cura de tudo Acaba vindo com o tempo.
No pensador.ai desde