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Frase de danças dos 13

⁠Crueldade, Crueldade, berros de aço e neon, Um abacaxi devora a alma do leão, Mundo, monstro, mordida de maçã, Espelhos riem no baile da desrazão. Ilógica a dor que carregamos, riste, O jiló se transfigura, na miséria insiste, Ruídos púrpura do silêncio vão ao leste, Compasso quebrado, norte é oeste. Galáxias afogadas num copo de café, Inverte-se o cosmos, sorri a maré, Órfãos somos nós, filhos da ausência, Dança a girafa na avenida da demência. Crueldade, oh, mundo cruel, Na estrofe invertida, no reverso do papel, Vivemos ao avesso, rimos de dor, Na matemática insana do dadaísmo autor. Ecos do nada, sombras de luz, Risca o destino, a humanidade seduz, Poesia? Protesto? Ou talvez surreal? Reflexo dadaísta do mundo, é apenas o real.

danças dos 13

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⁠Num voo de cores, dança a borboleta, Entre flores e sonhos, a vida completa. Ela é o sopro do vento, a luz do poente,
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⁠Num voo de cores, dança a borboleta, Entre flores e sonhos, a vida completa. Ela é o sopro do vento, a luz do poente, Um sussurro da vida, tão efêmera, tão presente. No entanto, vem a morte, silenciosa e certa, Finaliza a dança, a cortina deserta. Mas na despedida, uma nova beleza desponta, Na metamorfose final, a vida se reencontra.