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Frase de Andressa Moreira

De que te admiras tanto olhando para o céu? O calor bancando o teimoso insistente, quer ficar por mais um mês passageiro, por mais um que me cansa e me tira do sério, com esse tempo tudo em mim ferve. Adeus tranqüilidade! Ah, e a pergunta? Que se dane.. e que se dane se falo numa linguagem incapaz de compreender, isso me causa tédio. Eu nem preciso negar, porque aquela pergunta era repetida várias vezes durante o dia, mas no fundo, era uma busca por respostas para todas as minhas dúvidas. Todas que me perturbam até hoje. E Provavelmente, eu as encontre, provavelmente sim. E se constantemente isso se repete é porque de alguma maneira entre aquelas nuvens embaçadas, que se confundem por entre cores brilhantes e ao mesmo tempo ofuscada, posso de uma forma ou outra, encontrar o que estava perdido em mim: o amor! Ah, o amor. Então, me deixe ir...

Andressa Moreira

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Pensador.com

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Raguei as cartas que escrevi e queimei as que recebi. Todas.
O mundo entrava em explosão, o coração ia junto. por favor, ela pedia, não me mande ir embora agora, não consigo, não consigo. E mesmo sabendo que aquele cara era uma droga, porque de fato ela se sentia dependente daquilo! A garotinha não era capaz de amar-lo da mesma forma que…
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O mundo entrava em explosão, o coração ia junto. por favor, ela pedia, não me mande ir embora agora, não consigo, não consigo. E mesmo sabendo que aquele cara era uma droga, porque de fato ela se sentia dependente daquilo! A garotinha não era capaz de amar-lo da mesma forma que era amada, porém, naquela reciprocidade havia uma força que a prendia, que não a deixava partir, e mesmo quando conseguia levava na alma a dor da despedida, um pouco de saudade, um tanto de lágrimas e nenhuma decisão a ser tomada, nada programado e nenhuma idéia do que se poderia fazer. A menina mimada cheia de atitudes delicadas e ações quase sempre inexplicáveis, de sorrisos recatados, às vezes tímidos, às vezes divertidos e com olhares misteriosos que carregava sempre um segredo que nem mesmo ela sabia. De fato, ela não queria se preocupar e nem devia e nem iria. Terminantemente, as suas preocupações eram sempre à toas e quase sempre acompanhados de aborrecimentos. E saber que as suas mãos não se confundiam com as dele a deixava chateada, sem palavras para o mundo porque olhar aquilo era o mesmo que saber que o sol nasce e morre todos os dias no mesmo lugar, com algumas diferenças, é claro. Não se pode sentir o cheiro, nem lábios e as nem mãos frias com um "Quê" de nervosismo. Mais eles sabem que se amam, eles sabem... apesar de que ela tenta esconder! Então, rapidamente, como um verso improvisado, sem pretender ou sem nenhuma intenção, ela respirou fundo e pensou como é bom amar, como é bom.. Eu senti um alivio, obviamente, ela também! E Mesmo que as partidas doessem, e que todos os dias ela tivesse que imaginar alguma coisa que pudesse ser real, algo novo para agradar ou para disfarçar a rotina daquelas 24 horas tão cansativas, a moça sabia como era bom amar. Antes nem chegava a ser amor, era medo, lado a lado, companheiros. Antes poderia ser uma pouco de curiosidade, talvez um certo carinho. Um coração ansioso espera qualquer palavra: é amor! Ela pedia: não me mande embora agora amor, agora que descobrir... Tudo tomava outro rumo, porém existia uma despedida, uma saudade, existia também uma enorme vontade de que tudo fosse como pó e passasse junto ao vento, junto ao despertar, ao por do sol e ao nascer da lua. Existiu nós dois, existiu. Era amor!