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Frase de Samuel Eduardo Fortes

Metrô Uma Odisséia Urbana No ventre sombrio da terra, a multidão se acotovela Corpos exaustos, almas inertes, a esperança que se revela Nos rostos, a marca do cansaço, do tempo que se arrasta E a melodia do silêncio que nos basta Nos vagões, a solidão se agiganta Cada um em seu canto, perdido em suas fantasias Olhares vazios, palavras sussurradas E a sensação de que a vida nos ignora e nos distancia Nos túneis, a escuridão nos engole E a voz do abandono ecoa Somos sombras errantes, perdidas no labirinto Buscando um fio de luz, uma razão, direções Nas estações, o tempo se suspende E a multidão se transforma em um mar de rostos Em cada um, uma história, um drama E a certeza de que a vida nos prega tantos gostos Mas, no meio do caos, a esperança renasce No metrô A vida pulsa E a poesia Floresce

Samuel Eduardo Fortes

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Pensador.com

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⁠Há algum anacronismo. Júlio Cesar, nunca foi chamado de Imperador, a seu tempo. Embora se diga que foi o fundador da era imperial de Roma, o nome "imperador" não existia. O que os romanos conheciam era o termo "rei", mas este não era um termo bem quisto, dada a má fama que a er…
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⁠Há algum anacronismo. Júlio Cesar, nunca foi chamado de Imperador, a seu tempo. Embora se diga que foi o fundador da era imperial de Roma, o nome "imperador" não existia. O que os romanos conheciam era o termo "rei", mas este não era um termo bem quisto, dada a má fama que a era monárquica gozava na era republicana. Júlio César, portanto, se autodenominava o cônsul de Roma, assim como, defensor da república, nunca um rei.

Rosetas ⁠Os quatro ventos do místico ar da civilização. Quero que este muro construído com mentes retrógradas, desapareçam no espaço. Abram finalmente a porta e o portão aos injustiçados. Que toquem trompetes no céu e eu morria feliz. Ah, Abram-me Outra Realidade, símbolo de qua…
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Rosetas ⁠Os quatro ventos do místico ar da civilização. Quero que este muro construído com mentes retrógradas, desapareçam no espaço. Abram finalmente a porta e o portão aos injustiçados. Que toquem trompetes no céu e eu morria feliz. Ah, Abram-me Outra Realidade, símbolo de qualquer coisa no alto de uma coisa qualquer O norte, o que todos querem O sul, o que todos desejam O leste, de onde tudo vem O oeste, aonde tudo finda Os quatro modos de não ter razão, e entender o mundo.