Frase de MANUEL VAZ DOUTOR DAS LETRAS
Lágrimas da Infância Cravada Pediram-me muita prudência, como se ela fosse côdea que se levasse ao bolso. Mas, quando a criança crescia isoladamente, deprecoutava por um pedaço de pão, e isto, tornava uma razão de arrogância e pusselâminea a todos que a rodeavam. E agora quereis! Quereis que cresça-lhe a consciência? Pois então, saiba que ainda ela chora pela inconsistência da vida que lhe é fria, crua e nua. Chora porque desconhece o seu criador divino e porque vê sua infância cravada na folha de um tempo que afundou-se em lágrimas do ser e do desejo, do ter e do viver, do sentir e do fingir. Assim a letra borática disse.
No pensador.ai desde