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Frase de Valter de Melo

⁠Maria Madalena Estive presente na crucificação. Tudo o que aconteceu foi terrivelmente forte e difícil de ver, mas eu não podia virar as costas para Àquele que um dia me livrou da escuridão, precisava estar ali. O dia da crucificação foi um dia escuro, contudo, a promessa d’Ele estava viva em mim, e foi esta que alimentou a esperança de ver a luz brilhar novamente em nosso meio. Eu e Maria, mãe do Senhor, vimos onde Cristo havia sido sepultado, então na manhã de domingo, ao raiar do dia, fomos ungir Seu corpo, entretanto, ao chegar lá, o sepulcro estava aberto e Cristo não estava mais lá, confesso que fiquei preocupada. Vimos um homem de túnicas brancas, ele nos disse que Jesus, nosso Messias e Salvador havia ressuscitado, então saímos correndo para avisar os demais. Chamei Pedro e outro discípulo e fomos até a sepultura, os dois viram tudo, então estes voltaram para suas casas. No entanto, eu permaneci do lado de fora do sepulcro, chorando, pois ansiava saber onde estava meu Senhor, e então Ele apareceu. No primeiro instante não O reconheci, mas no momento que Ele me chamou pelo nome, vi que era Ele, foi como a voz do Pastor que chama pela sua ovelha, e esta O reconhece imediatamente.

Valter de Melo

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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⁠A desconfiança de possíveis momentos bons se tornarem futuras lembranças é, em sua maioria, presente. E desta é gerado o medo de ter saudades pelo cativar das agradáveis vivências, formando de alguma forma uma deturpação sobre o pensamento do mudar, que resulta, muitas vezes, em…
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⁠A desconfiança de possíveis momentos bons se tornarem futuras lembranças é, em sua maioria, presente. E desta é gerado o medo de ter saudades pelo cativar das agradáveis vivências, formando de alguma forma uma deturpação sobre o pensamento do mudar, que resulta, muitas vezes, em fazer-nos ficar na nossa própria zona de conforto. Consequentemente isto transforma nosso amadurecimento em um envelhecimento de tristeza e insatisfação por não termos aproveitado, talvez, o máximo daquelas boas épocas de nossas vidas, nos tornando em pessoas frias e inseguras com o novo, além de ativar gatilhos que geram auto defesas e bloqueios para a chegada de coisas boas sobre nós. Sendo que, são resultantes do lembrar de experiências positivas que cativaram um espaço em nossas vidas por terem resgatado para si próprias um período de nosso fôlego de vitalidade aqui nesta terra. Todavia, e mesmo assim, não podemos desistir de viver os bons momentos que nos foram entregues, pois sem eles não há referência para a esperança encontrar os registros necessários para sobreviver e se desenvolver dentro de nós. Portanto, esta esperança é como uma semente que é plantada, mas que sem terra, água e sol não consegue se manter para germinar e, em sua idade madura, produzir vários frutos sobre seus galhos.