Frase de De Lima Costa
Valsa ultrarromântica Amor-te!
No pensador.ai desde
Valsa ultrarromântica Amor-te!
No pensador.ai desde
Meu coração Meu pobre coração, que nessa terra De amores e de esperanças se enchia
Meu coração Meu pobre coração, que nessa terra De amores e de esperanças se enchia Agora em mortais desgostos se enterra Foi ditoso, mas de ilusões vivia! Oh! Descansa meu pobre coração! Embriagou-se no enleio das mulheres E não percebeu que era tudo em vão Eu te deixo em paz, morra se quiseres Porém, só não se esqueça das venturas Inocentes gracejos, e as doçuras Que nos deram os amores das donzelas E se quiseres morrer, eu te entendo Antes pelo menos, morra sabendo Feliz daquele que morre por elas.
Falso Soneto II Adeus, minha querida, adeus, meu amor! Dei-te afeto, carinho, e tu, só me deste dor
Falso Soneto II Adeus, minha querida, adeus, meu amor! Dei-te afeto, carinho, e tu, só me deste dor Agora, vou-me embora, mas de ti não esqueço Porque tão ingrata com quem te deu tanto apreço? Fizeste-te escarlate aos meus primeiros cortejos Agora, é com tristeza n’alma que eu te vejo Entregaste-te a outro! Sabe que ele não te ama! Não vale um vintém, bêbedo que minha musa profana! Despeço-me agora de ti querida, não posso mais Ver o que tu fazes comigo, mata-me aos poucos Só queria ter os sorrisos, que tu me davas tempos atrás Pois adeus, luz de minh’alma, não posso curar esta ferida Não aguento teu desdém, teu descaso deixa-me louco Morro, lembre-se de mim, como quem mais te amou em vida...
Não cubra um amor frustrado com raiva e rancor. É como tapar o sol com uma peneira.
Que ditoso de amores por ti eu vivi Que lembranças daqueles olhares, Sôfregos e lânguidos, que n’alma senti.