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Frase de jrunderavicius

⁠CHORAM OS CÉUS. Céu cinzento, chuva fina, tarde fria ... Uma nostálgica névoa, turva minha visão. Molham os olhos as mágoas, Que inundam o meu coração. Apenas restou a tristeza, herança da despedida... Apenas se viu um aceno. Nas mãos, o sinal da partida. Restou somente o vazio, na alma de quem ficou. Assim como as marcas do tempo, que a saudade gravou. Na velha estação suburbana, sumiram da vista os vagões, Assim como no peito, findaram as ilusões. Talvez chorassem os céus, testemunhando a dor, De quem morria por dentro, vendo partir seu amor. Os sonhos que foram desfeitos, jamais sairão da memória. Os dias de felicidade, escreverão nossa história. Na parede fica uma imagem, retrato de uma paixão... Que um dia me disse adeus... Deixando-me na solidão.

jrunderavicius

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Pensador.com

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VOCÊ PASSA... E você passa por mim Altiva, linda e segura,
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VOCÊ PASSA... E você passa por mim Altiva, linda e segura, Posso até ver sua áurea E a sua alma, tão pura... E você passa sorrindo, Cheia de charme e jeito Com o olhar, vou seguindo, E quase explodindo o meu peito. E você passa cheirosa, Com esse toque de flor Nem percebe que eu fico Aqui, morrendo de amor...

Virose antiga Que estranha a humanidade, que precisou de um vírus, para entender a igualdade... Todos estão solidários, preocupam-se com o futuro...
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Virose antiga Que estranha a humanidade, que precisou de um vírus, para entender a igualdade... Todos estão solidários, preocupam-se com o futuro... Até o mais desligado, agora desceu de seu “muro”. Fico pensando no vírus, que a muito mata de fome, miséria, ignorância... Apenas um vírus sem nome... Será que se esse vírus, atingisse a todos humanos, todos unidos em um plano, poderiam sobreviver? Mas essa virose atinge, aqueles que estão distantes, e nem por só um instante, vejo o mundo se mover. Talvez esse poema, soe como um “casuísmo”,mas o vírus da fome tem nome: Ele se chama: Egoísmo!

ESPERANÇA Um dia ela chegou... Sorriso de quem sabe, certeza de quem vive.
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ESPERANÇA Um dia ela chegou... Sorriso de quem sabe, certeza de quem vive. Desafiou o impossível, jogou com a razão... Fez do minuto uma existência, das palavras um elixir mágico, Das letras, um poema... Um dia ela chegou, E no ninho velho e desarrumado deste pássaro errante O sol amanheceu mais cedo, a lua tardou, o tempo parou A paisagem se fez quieta. Ninguém mais falava, pois nada mais Se queria ouvir... Um dia ela chegou e com seu jeitinho de menina Fez um coração bater forte, fez vida, fez luz... Fez renascer o amanhã, na espera do ontem... Fez do véu da tristeza um manto de alegria. Um dia ela chegou atrevida Dizia o não pelo sim, o talvez pela certeza, Deixava nas entrelinhas, o desejo... Do acaso fez história, da dúvida acerto... Fez como chuva que alimenta, no peito cansado brotar forte ... A flor perfumada do amor... Um dia ela chegou e como uma deusa, Tomou posse do meu reino, mudou os móveis, arrumou a casa... Alterou os rumos, o lado do vento, assim, discreta, Secreta e apaixonadamente, verdadeira.