Frase de Bárbara Ragonezi Souza
Ali inerte, nas águas limpídas do mar. Invadida de silêncio, buscando um significado para a palavra amar.
No pensador.ai desde
Ali inerte, nas águas limpídas do mar. Invadida de silêncio, buscando um significado para a palavra amar.
No pensador.ai desde
Meu maço no fim, meu café esfriando, estátita em silêncio eu penso em você. Sem porque, nem pra quê…Você desapareceu.
É tão gratificante saber que mesmo com essa saudade quase que dominante, existe alguém do outro lado da tela, a me amar. Essa distância torturante que está nos separando, é a mesma que fortalece os meus sentimentos que com simples palavras eu não conseguiria explicar.
Então, você decide me ignorar. Como se tivesse o propósito de me ver chorar por isso, e aplaudir meu declínio com prazer. Ofereceu-me o desprezo, para que eu refletisse os momentos bons vividos e sentisse tua falta. Lembro-me ainda hoje quando sussurrava ao meu ouvido: "Eu vou te…
Então, você decide me ignorar. Como se tivesse o propósito de me ver chorar por isso, e aplaudir meu declínio com prazer. Ofereceu-me o desprezo, para que eu refletisse os momentos bons vividos e sentisse tua falta. Lembro-me ainda hoje quando sussurrava ao meu ouvido: "Eu vou te amar eternamente", e eu inocentemente acreditará em tamanha farsa. Entre nós permanece apenas esse silêncio de palavras não ditas, e eu continuo vivendo com essa sensação de vazio. Devido a mágoa que ainda habita em nós, sei que nossos sentimentos não serão mais recíprocos. Minhas lembranças continuarão intactas, em algum lugar, perdidas entre os meus pensamentos. Mas saiba, se eu me tornar inesperadamente incompreensível, e você me sentir rude demais...Significa que os meus sentimentos por ti morreram e eu já não te amo mais.
Hoje… Hoje peguei todas as minhas coisas das quais considerava inúteis. Inúteis no sentido de não usava-las mais,
Hoje… Hoje peguei todas as minhas coisas das quais considerava inúteis. Inúteis no sentido de não usava-las mais, com o conceito que elas não me servissem para nada. E as joguei fora. Porque? Por que o ser humano é um ser inacabado e mutável. Capaz de mudar constantemente e agir por impulsos… Mudar sempre é bom, ainda mais quando não há mais sentido para guardar velhas coisas. Velhas lembranças que nos levam a certas pessoas que descartamos, assim como as coisas das quais consideramos inúteis. Então é isso que nós fazemos, simplesmente as pegamos e jogamos fora… Como se já não tivessem sentido e propósito de estarem ali. Tiramos o sentimento, as lembranças, os momentos, e limpamos o caminho para que novas coisas entrem em nossas vidas. E mais para frente; depois que essas novas coisas se tornam velhas, e as pessoas deixam de ser importantes para nós descartamos de novo. Essa é a vida, triste, constante e sem muitos propósitos.