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Frase de Alexandre Santos

O último da terra. Eu estava vindo de uma festa para casa, era 03h30 da manhã do sábado para o domingo, caía uma chuva bem fina, no para-brisa do carro, à noite e o dia todo foi de chuva e a pista estava úmida, dirigindo com calma, observei que em todo trajeto da saída do local em que estava, até em casa, um único carro eu não encontrei. Parecia que havia acontecido um apocalipse e o mundo estava vazio, tal qual acordou o xerife de Walking Dead – um mundo sem pessoas, sem carros. O céu fechado, com vontade de desabar desaforos a quem ousasse passar naquele instante. Nessas horas dá pra pensar em muita coisa, inclusive esquecer a renite alérgica, que teimava em fechar a passagem de ar; uma hora ou outra a gente se pega só na vida e tem oportunidades de observar vazios, compreender silêncios e sentir saudades de coisas que se foram. Talvez seja a tal viagem que os escritores falam, que todo mundo devia se atirar. Um mundo assim tão só, pouco se vê em época de muito descontrole, gente demais, barulho sem fim. Talvez eu pudesse até lê pensamentos naquele momento. Os meus... eram todos audíveis – tocavam músicas antigas, avisavam de memórias passadas. Um dia talvez, eu possa de novo estar me sentido o último homem do mundo na terra, e quando eu chegar, saberei que não era mais o mesmo.

Alexandre Santos

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Tem muita relação vivendo assim, de luz de candeeiro, vela de 7 dias, sopro de amor.
Para Meu Pequeno Lembro quando ainda no ventre de sua mãe, você sacudia de um lado para o outro ao me aproximar, em meio as minhas alucinações eu também te esperei por longa data. Ate que tivemos nosso primeiro encontro, lembro de tudo, como se fosse ontem: ter visto aquele pequ…
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Para Meu Pequeno Lembro quando ainda no ventre de sua mãe, você sacudia de um lado para o outro ao me aproximar, em meio as minhas alucinações eu também te esperei por longa data. Ate que tivemos nosso primeiro encontro, lembro de tudo, como se fosse ontem: ter visto aquele pequeno ser, que ficava em minha mente. Te vi e ouvi falar as primeiras palavras, seus primeiros passos, seu primeiro corte de cabelo. Te ouvi me chamar de pai por um tempo, vi você me imitar em diversas situações, tanto boas quanto más. Me vi como pessoa influente dentro de casa, te fiz sorrir, chorar e ate ter medo. Hoje sinto sua falta, valorizo cada momento que estive assistindo ou jogando com você, e mais ainda seu beijo de boa noite. Estou aqui há semanas, nesse exílio, onde estive as mais estranhas experiências, porem, que elas me sirvam de lição, conheci novas pessoas também, assim como você, que entrou na escola esse ano. Luto por minha cura hoje, não somente por mim, mas por todos aqueles que confiam e apostam, e a maior força vem de você, meu pequeno. A simplicidade e a prova de que somente quem ama não desiste! (Texto escrito em 28 de abril de 2015)