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Frase de Weslley Marcelo Massako Negre

⁠Escolhas para a completude. A capacidade que temos para fazer escolhas é uma benção ou uma maldição? Uma certeza que tenho é que podemos escolher e cultivar os sentimentos que nos nutrem. Escolhas erradas sempre trarão consequências. E, é muito fácil fazermos escolhas erradas. Vivemos cercados por opiniões diversas e que estão em constante mudança. E, pelo fato de vivermos em uma sociedade plural e dinâmica, isso acaba afetando o nosso comportamento, influindo inclusive em nossos padrões de escolha e forma de pensar. Ora, a única coisa que você pode controlar neste mundo, são seus pensamentos, enquanto seus. Suas percepções acerca do mundo e das pessoas em sua volta, nascem dentro de você. É você que atribuirá os rótulos sociais às pessoas de sua convivência e, através destes rótulos você determinará em qual parte da estante da sua vida ela ocupará. As escolhas certas ou erradas, fazem parte de nós, da nossa formação, trazendo experiências e nos levando mais além nesta vida. Da mesma forma que um caminho abre outro caminho, as escolhas também criam outras escolhas. Você pode fazer uma escolha que embora acertada naquele momento, possa com o tempo se mostrar um desastre. Isso acontece porque como disse anteriormente, não podemos controlar as variáveis da vida. Da mesma forma, o contrário, embora improvável, também possa ocorrer. Jesus nos deixou um ensinamento profundo e com importante reflexão que diz: Amarás o próximo como a ti mesmo. Não há coisa mais difícil do que amar a si. Amar a si mesmo, perpassa pelo reconhecimento de suas falhas, de seus monstros ocultos, de seus pecados cometidos. Pergunto: Você seria capaz de amar alguém com todos os seus defeitos? Cuidado ao responder. Para amar a si mesmo é necessário busca e entrega maiores, pois, você não consegue se desvencilhar de você mesmo. Tua consciência te acompanhará em todo lugar que estiver. Pessoas, não. Por isso, acreditar que se ama o próximo é mais fácil, elas não estarão com você a cada respiração, serão apenas momentos, só isso. Observe que o processo para o crescimento é totalmente interno e embora você possa espelhar ou escorar em pessoas, estas somente servirão como referenciais tendo como base as suas experiências vividas com estas pessoas. Ou seja, o caminho é solitário, e para você poder alcançar um estágio maior em sua evolução, tenha a certeza de que encontrará muitos demônios autocriados. Sócrates dizia que: Cada coisa se destrói pelo mal que lhe é próprio. Isto é um fato observável em nosso comportamento pois o vício contamina a alma, embora não a mate, viverá o ser envenenando a si próprio e por consequente acabará se lançando no abismo da perdição de si. Se somos psicossomas, temos que entender em simples analogia que não se coloca roupa suja em corpo limpo, e aí está outro problema, pois nós nos vemos como um ser uno, e não a junção de corpo, mente, alma. Ora, se os pensamentos são ruins, estes refletirão em nosso corpo, causando-lhe mal, e nem preciso citar vários estudos que comprovam isso. Se posso escolher os meus pensamentos, pergunto: Por que escolher pensamentos ruins e destrutivos? Por que cultivar e cultuar a violência, a desarmonia e a discórdia? Fato importante é que também não podemos confundir pontos divergentes com discórdia, eu posso não concordar com algo, mas, não preciso carregar o fardo da insatisfação comigo. Eu posso rejeitar ou ser rejeitado, isso não me dá o direito de me tornar uma pessoa amarga, são escolhas. Enfim, tudo que lhe acontece, você pode aprender a receber com mais razão e equilíbrio, e entender que aquele momento também passará e o que dia seguinte virá, quer você goste ou não. Você carrega suas experiências, mas, não pode repetir no hoje o ontem, principalmente as fraquezas da alma. Não se sobrecarregue, aprenda a esvaziar seu balde. Para terminar, faço outra pequena analogia: Se você colocar um balde cheio de lama embaixo de uma torneira de água limpa e abrir um pouquinho, deixando a água cair no balde, tenha a certeza que o balde logo se encherá o obrigará a lama a ir saindo aos poucos, ao final, a água do balde que antes era apenas uma lama, se tornará límpida. O processo é lento, mas é possível. Faça escolhas para sua completude. E entenda que o que lhe falta está em você. O milagre da transformação está em nós. Se assim agir, descobrirá com o tempo que a completude de si, resultará no esvaziamento de outras pessoas em sua vida, e isso acontecerá em alguns níveis. Pois quem está completo não procura metades. Lembre-se que em nossa percepção o dia fica mais lindo e o sol mais brilhante apenas quando queremos. Massako.

Weslley Marcelo Massako Negre

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Amanhã será comemorado o dia das Mães. Confesso, fico procurando palavras para tentar descrever a grandeza que representa a força de seu significado. Como não sou capaz de tal proeza, falarei dos filhos. Será que somos bons filhos?
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Amanhã será comemorado o dia das Mães. Confesso, fico procurando palavras para tentar descrever a grandeza que representa a força de seu significado. Como não sou capaz de tal proeza, falarei dos filhos. Será que somos bons filhos? Será que somos gratos em plenitude àquela que nos criou? Será que respeitamos a mulher que cuidou, amparou, educou, que sacrificou sua vida pessoal, que chorou, e por vezes se humilhou em prol de sua cria? Será que somos bons filhos? Quantos filhos trazem na pessoa da mãe uma "empregada" para satisfazer seus descuidos e desejos? Quantos filhos perdidos em suas ações errôneas não percebem o mau e o sofrimento que causam às suas mães? Quantos filhos, maldizem sua própria mãe, esquecendo que se ali estão é por também, sua graça. Filhos, alguns, não são gratos, e poucos em plenitude. Filhos buscam o cotidiano para justificar suas ausências. Filhos buscam justificar suas faltas e suas falhas, dando pequenos mimos, visando tão somente, diminuir a culpa de suas ações. Fico imaginando, se não houvesse um dia que comercial é, quando homenagearíamos a mãe? Seria somente em seu aniversário? Ou com prantos em seu leito de morte? A mãe tudo sabe, tudo acompanha, a tudo sente e, as vezes nervosa, triste e decepcionada, chega até mesmo a excomungar sua prole, mas, são palavras saídas da boca e não do coração. Essa mesma mãe é capaz de sacrificar sua vida em defesa de sua cria, as vezes ingrata e imerecedora. Será que somos gratos o suficiente por esse sacrifício? De acordo com a bíblia, Deus em sua infinita sabedoria, fez seu filho nascer do ventre de Maria. Isso, por si só mostra a sacralidade da mãe e o respeito que a ela devemos. Reflitamos, será que somos bons filhos? Eu, particularmente tenho minhas dúvidas. As mães presentes e ausentes, só posso dizer muito obrigado e pedir desculpas por não termos ou estarmos sendo dignos de vossas bênçãos, mesmo as recebendo. Reflitamos. Feliz dia das Mães.

Vontade, vaidade, ambição, loucura. Quem nunca teve uma crise de Deus? Quem nunca quis que as coisas fossem diferentes de como elas são? Quem nunca acreditou ter a convicção e a razão das coisas? Será que é errado pensar ou agir assim? Pois bem, em breve observação e para que p…
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Vontade, vaidade, ambição, loucura. Quem nunca teve uma crise de Deus? Quem nunca quis que as coisas fossem diferentes de como elas são? Quem nunca acreditou ter a convicção e a razão das coisas? Será que é errado pensar ou agir assim? Pois bem, em breve observação e para que possamos entender este pequeno ponto de vista que será demonstrado, peço que façamos uma analogia simples. Veja uma criança recém-nascida, ela é pura e frágil, totalmente dependente dos cuidados dos adultos que a cercam. E esses adultos, serão responsáveis por ensinar essa criança, sobre a vida, as dificuldades e facilidades que ela irá encontrar em sua jornada. Ora, se pegarmos um recipiente vazio e limpo e, colocarmos coisas sujas dentro dele, o que acontecerá? Da mesma forma, se colocarmos coisas limpas e puras, o que acontecerá com esse recipiente? Assim somos nós, ou seja, somos produtos das mais variadas experiências, acumuladas no cotidiano, seja através da observação, da experiência prática ou até mesmo das influências recebidas por outras pessoas. Em muitos casos, somos meros replicadores de ideias e conceitos, que já nos foram passados em tempo de outrora. Hoje, falta ao ser humano, uma maior capacidade de analisar os fatos sem ser movido pelas paixões. E é muito difícil, principalmente no campo comportamental, dissociar emoção e a razão, ou equilibrá-las. Quando lá no título me reportei a “vontade”, falo da vontade de produzir, falo da vontade construtiva, da vontade em realizar algo em prol do bem-estar ou do bem comum. Mas, temos que tomar cuidado para que essa vontade, que é benéfica, não se transforme em ações e/ou sentimentos maléficos. Tentarei ilustrar com um pequeno exemplo: Imaginemos que alguém ao assistir o noticiário, seja surpreendido com uma reportagem que traz pessoas passando por extrema necessidade, e aquela reportagem sensibiliza a ele. Em razão disso, ele começa a ter a vontade de poder fazer algo para aquelas pessoas, para amenizar o sofrimento delas. Ele inicia em seus pensamentos, um plano de ação e, neste plano idealiza várias frentes de trabalho, seja uma campanha de arrecadação, um evento beneficente, uma doação, enfim. Até aqui, sua vontade em ajudar o próximo será com certeza salutar, benéfica e digna de louros e reconhecimento. Imaginemos o sucesso dessa ação. Tendo as ações alcançado o seu objetivo e, com a demonstração do resultado positivo às outras pessoas, virão dessas os efusivos agradecimentos e elogios. E esses despontamentos positivos com certeza lhe farão bem e lhe trarão um conforto, mas, se esses elogios lhe “subirem a cabeça”, opa, problemas virão. É possível que em decorrência desses problemas o doador comece a se achar como uma pessoa acima das demais, devido a sua ação de beneficência e, comece a acreditar que é o salvador da pátria, um ser iluminado que mesmo diante das dificuldades existentes, salvou pessoas em um momento de dificuldade, começa a ser escravo de suas ações e, a cegueira de seu comportamento o fará se fartar de vaidade. Essa vaidade fará com que esse ser não enxergue as ações de outras pessoas, ou se caso ocorram, sempre a sua ação será a mais necessária, a mais útil, e por que não a melhor. Torna-se um ser, caritativo por fora e para os outros, mas, escravo de si mesmo, torna-se dependente do brilho e dos aplausos e inicia uma busca frenética por reconhecimento. Essa vaidade desmedida, se mistura com a ambição. Ambição, que apesar de dar frutos, podem serem estes oriundos de uma árvore ruim. Este ser começa a buscar formas para alimentar sua vaidade, entrega-se de corpo e alma, pois tal qual um vício, já não consegue viver mais sem os elogios, muitas vezes imerecidos, mas buscados a qualquer custo. E as ações? Mesmo que pequenas, serão por ele exaltadas, como se essas fossem capazes de mudar o mundo em que vivemos. E quando se chega a esse ponto, podemos dizer que esse ser atingiu um certo grau de loucura. Loucura essa que tem como remédio, os afagos, sorrisos e elogios de outras pessoas, fica esse ser dependente total do reconhecimento alheio. Acredito que já tenhamos conhecido alguém que fora acometido por esse “empoderamento” e não vive sem ele, em alguns casos é o famoso ser que “não larga o osso”, “não desocupa”, “não sai da cadeira”, ou seja, o tempo passou, e ele ficou preso nas alfaias das grandes virtudes pretéritas. Um ser dominado pela vaidade, ambição e loucura, penso que facilmente possa ter crises de Deus, se achando superior as outras pessoas, acreditando que somente suas ações são as corretas e verdadeiras e, que o caminho a ser trilhado, deve ser traçado por ele, afinal ele é o norte iluminado. Devemos ter cuidado sempre, e se possível, policiarmos nossas atitudes, revendo como as nossas ações estão ecoando em nosso ser interior. Temos que ter a lucidez de avaliar cada sentimento e saber qual devemos deixar florescer, e qual devemos tratar como erva daninha. Concluo dizendo que somos seres alimentados pelas nossas próprias expectativas e ambições, elas de certa forma nos conduzem pelos diversos caminhos da vida. Lembrando que todos os dias colocamos algo em nosso recipiente e, prevalecerá o que de maior quantidade tiver. O ensinamento do Nazareno ao dizer que não se deve tocar trombetas diante de ti, nos é um ensinamento prático, ou seja, não é necessário que as ações sejam declamadas e cantadas em verso e prosa por si mesmo. Se busca reconhecimento, apenas trabalhe, e o faça em silêncio, não soe as trombetas, o reconhecimento virá de forma espontânea, natural ou até mesmo divina. Se não vier, não há problema, pois afinal, você estará trabalhando em prol de algo maior do que você mesmo e, sua recompensa certamente virá.