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Frase de Fran Caye

Bruno, (diziam que) sozinho falava. Gente sem imaginação, caladas deveriam ficar. Para o céu, (na verdade) baixinho o pequeno garoto sussurrava. Bruninho tinha um esconderijo, e a noite, com as estrelas conversava. Ele era criança inquieta, mas às estrelas com atenção escutava. Uma estrela ao pequeno menino contou que o poder de transformar as coisas ele tinha. - Como? Como? Como?; com os olhinhos brilhando, ele questionou. - O satisfeito dorme, o insatisfeito desperta; respondeu calmamente a estrelinha. Abandonou o esconderijo, deixou os brinquedos e pouca roupa levou. Bruninho cresceu, ciente da sua responsabilidade, seria ele um insatisfeito, independente da idade. Ainda pequeno, percebeu que a conclusão não lhe interessava. Parado não ficava. Caminhava, sozinho e sem chegada. Sem afeição por satisfeitos, o (já crescido) Bruno continuava. Os outros, a ele tentavam julgar. Diziam que nada faltava, que quieto ele deveria ficar. Enquanto ele, sozinho caminhava. O mundo é grande e foi feito para se caminhar... e correr; sonhar e realizar. E repetia: errado é nada querer, ou pouco desejar.

Fran Caye

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Fran Caye

Tem que ser muito louco pra acreditar. Muito louco pra acreditar na força do povo brasileiro, muito louco pra acreditar que conseguiremos acabar com a corrupção, a injustiça, a desigualdade. Tem que ser muito louco pra acreditar que teremos saúde, educação e segurança. Tem que se…
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Tem que ser muito louco pra acreditar. Muito louco pra acreditar na força do povo brasileiro, muito louco pra acreditar que conseguiremos acabar com a corrupção, a injustiça, a desigualdade. Tem que ser muito louco pra acreditar que teremos saúde, educação e segurança. Tem que ser louco demais! Existe uma coisa que se chama “jogo de cintura” a outra se chama “falta de atitude”, as duas te fazem ficar em cima do muro. Te posiciona! Ou tu grita, ou tu cala. Enfraquecer o grito dos loucos não é opção.

Os protestos não são sobre você, são sobre nós. Todos nós! Não é sobre centavos, é sobre corrupção, sobre altos impostos, sobre desvios de verba pública. Não é sobre o partido A ou partido B, esquerda ou direita. Não se fala sobre pobres ou ricos, fala-se sobre sociedade. Não é s…
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Os protestos não são sobre você, são sobre nós. Todos nós! Não é sobre centavos, é sobre corrupção, sobre altos impostos, sobre desvios de verba pública. Não é sobre o partido A ou partido B, esquerda ou direita. Não se fala sobre pobres ou ricos, fala-se sobre sociedade. Não é sobre um bando de jovens, é sobre uma nação. É sobre estarmos cansados de absurdos, sobre não nos sentirmos representados. Ninguém quer violência, queremos mudanças! O país hipnotizado pelas chuteiras e pelo rebolado das mulatas saiu do estado de inércia, está nas ruas. É o pior dos tempos, é o melhor dos tempo. É (só) o começo!

Meu pai resolveu colocar grade no meu jardim, eu pensei: como assim? Naquela época, juro que não entendi, era criança. Minha mãe veio com uma história de que aquilo tudo era para a nossa segurança. Cresci na rua correndo, na árvore subindo e da bicicleta caindo. A ser gente grand…
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Meu pai resolveu colocar grade no meu jardim, eu pensei: como assim? Naquela época, juro que não entendi, era criança. Minha mãe veio com uma história de que aquilo tudo era para a nossa segurança. Cresci na rua correndo, na árvore subindo e da bicicleta caindo. A ser gente grande, eu ia aprendendo. Grades, câmeras, chaves. Cada dia, ficava mais grave. Minha família com medo, e eu continuei aprendendo. Aprendi a atenta andar. Aprendi a não reagir. Aprendi a ocorrência registrar. Até de estuprador eu sei me defender, coisa que eu nunca pedi para aprender. Por mais que tudo rime, medo ainda não rima com cadeado. Quem é, mesmo, que deve viver trancado?