Pular para o conteúdo

Frase de Henrique de Paiva Resende

Eu cheguei ao cúmulo de achar que essa máscara era impecavelmente forte e real. Enganei-me. A fortaleza que eu demorei meses pra contruir foi derrubada no segundo em que você sorriu pra mim. Tudo fez sentido naquele exato segundo. Percebi que não havia o “nós”, e que, por mais perfeito que fosse seu olhar, não era como eu desejei. Faltava saudade, malícia; faltava um plural naquilo. Mas eu fui até forte, acredita? Contive-me e não derramei nenhuma lágrima. Aliás, não derramei nenhuma lágrima que você pudesse ver. Eu estava gritando desesperado por algo que meu lado racional sabia não ser possível no momento: nós, juntos, de novo.

Henrique de Paiva Resende

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de Henrique de Paiva Resende

É uma questão de tempo pra eu encontrá-la novamente. Sentir abraços, sentir carinhos, sentir coisas que não são normais ao meu ser, sentir um frio súbito na barriga. Sentir saudade até quando ela vai dormir na sala ao lado. (Eu não gosto quando ela faz isso. Cabem dois corpos num…
Continuar lendo

É uma questão de tempo pra eu encontrá-la novamente. Sentir abraços, sentir carinhos, sentir coisas que não são normais ao meu ser, sentir um frio súbito na barriga. Sentir saudade até quando ela vai dormir na sala ao lado. (Eu não gosto quando ela faz isso. Cabem dois corpos numa cama de solteiro sim!) Ela implora para que eu agüente firme, mas algo me preocupa: Até quando? Quando é que eu vou conseguir anular toda essa necessidade dela que surge em mim a cada dia? Não, não é fácil. É como ter a melhor parte de ti em outra parte do mundo. Eu busco. Busco na noite, busco as mãos dela no escuro; busco até no claro. E encontro só o silêncio. Ela está no silêncio também. Ela está em mim. Dentro e fora.

- Você faz uma aspas no braço esquerdo, e eu faço uma no braço direito. - Ou senão nos dois braços. - Não! Eu imaginei assim: se tiver um mundo inteiro entre nós, nós sempre seremos o começo e o fim do outro. Entende?
Continuar lendo

- Você faz uma aspas no braço esquerdo, e eu faço uma no braço direito. - Ou senão nos dois braços. - Não! Eu imaginei assim: se tiver um mundo inteiro entre nós, nós sempre seremos o começo e o fim do outro. Entende? Ad Infinitium.

Eu não vou tentar te confortar com palavras faladas. Vou te abraçar e fazer cafuné. Se isso te deixar melhor, você ganha um beijo e uma bala. E só. Mas tem que ser de noite. Quando não tiver ninguém vendo.
Continuar lendo

Eu não vou tentar te confortar com palavras faladas. Vou te abraçar e fazer cafuné. Se isso te deixar melhor, você ganha um beijo e uma bala. E só. Mas tem que ser de noite. Quando não tiver ninguém vendo. No escuro.