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Frase de Samuel Eduardo Fortes

Volúpia ⁠O mundo é um aprendizado e ensinar que ninguém nasce sabendo, vejo em um bebê, aprendendo virar de lado e soltar os primeiros sons, além do choro sinal da fome e da dor, cujo alimento de mamíferos é somente o leite materno, sem água nem pão, nessa etapa da vida. Logo virão as pegas, legumes e as carnes. O Homem luta pela vida, a alimentação para se reproduzir e, logo no trabalho, produzir e com os excedente veio o pecado do capital, pois deixou de dividir e trocar as sobras para vender as mercadorias pelo valor de troca, sem pagar o valor integral do trabalho embutido, que leva um pouco da vida do proletariado que morto-vivo, vive sem mais-valia. Isso é notável em Marx, que tirou a alma mortal do Homem e deu vida à mercadoria que nas vitrines expostas, com olhar sedutor, nos chama para ser comprada. Veja o significado de ovo de Páscoa, seu valor, e quantas crianças são forçadas na mídia para comer chocolate, cujos pais não conseguem comprar e frustra o filho, e o pai sente vergonha por culpa que não tem.

Samuel Eduardo Fortes

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Pensador.com

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⁠Há algum anacronismo. Júlio Cesar, nunca foi chamado de Imperador, a seu tempo. Embora se diga que foi o fundador da era imperial de Roma, o nome "imperador" não existia. O que os romanos conheciam era o termo "rei", mas este não era um termo bem quisto, dada a má fama que a er…
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⁠Há algum anacronismo. Júlio Cesar, nunca foi chamado de Imperador, a seu tempo. Embora se diga que foi o fundador da era imperial de Roma, o nome "imperador" não existia. O que os romanos conheciam era o termo "rei", mas este não era um termo bem quisto, dada a má fama que a era monárquica gozava na era republicana. Júlio César, portanto, se autodenominava o cônsul de Roma, assim como, defensor da república, nunca um rei.

Rosetas ⁠Os quatro ventos do místico ar da civilização. Quero que este muro construído com mentes retrógradas, desapareçam no espaço. Abram finalmente a porta e o portão aos injustiçados. Que toquem trompetes no céu e eu morria feliz. Ah, Abram-me Outra Realidade, símbolo de qua…
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Rosetas ⁠Os quatro ventos do místico ar da civilização. Quero que este muro construído com mentes retrógradas, desapareçam no espaço. Abram finalmente a porta e o portão aos injustiçados. Que toquem trompetes no céu e eu morria feliz. Ah, Abram-me Outra Realidade, símbolo de qualquer coisa no alto de uma coisa qualquer O norte, o que todos querem O sul, o que todos desejam O leste, de onde tudo vem O oeste, aonde tudo finda Os quatro modos de não ter razão, e entender o mundo.