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Frase de ALMEIDA, Bruno de Souza

⁠O PARADOXO DO INFINITO (Um romance) No vasto tecido do universo, onde o tempo é uma ilusão e o espaço apenas uma sombra do que somos capazes de sentir, existiam duas almas entrelaçadas desde o início dos tempos. Não eram corpos que se buscavam, mas partículas dançando na sinfonia cósmica, movidas por uma força tão antiga quanto o próprio Big Bang. Cada encontro entre eles era um colapso quântico: um instante de possibilidade infinita que se condensava em uma realidade inevitável. Quando seus olhares se cruzaram, foi como se uma onda de probabilidade desmoronasse em certeza. Um portal se abriu entre as dimensões do "eu" e do "nós", e, naquele momento, tudo que existia era o agora – um agora que parecia eterno. O amor que compartilhavam era uma singularidade, um ponto onde a paixão queimava tão intensamente que transcendia qualquer definição. Era um buraco negro emocional, sugando tudo ao redor, dobrando a gravidade de suas almas até que não houvesse espaço entre elas. Cada toque era uma explosão estelar, cada suspiro, uma supernova ecoando pelo vazio infinito. Mas o tempo, essa teia ilusória, insistia em separá-los. Na linha cronológica dos mundos, suas existências eram ondas que se desencontravam, vibrando em frequências opostas. E, ainda assim, eles sempre encontravam um jeito de se alinhar, como pulsares sincronizados em galáxias distantes. Era o paradoxo quântico do amor: eles estavam juntos e separados ao mesmo tempo, vivendo todas as versões de si mesmos em universos paralelos. Ele a via como a constante gravitacional que mantinha seu universo coeso, enquanto ela o sentia como o fóton que iluminava cada canto de sua existência. Eram opostos e iguais, caos e ordem, partícula e onda. A paixão entre eles era o fogo primordial, uma energia que não podia ser destruída, apenas transformada. E, no fim, quando o espaço se dobrasse sobre si mesmo e o tempo cessasse sua marcha, eles ainda estariam lá. Não como corpos, não como memórias, mas como vibrações eternas na frequência do infinito. Porque o amor que compartilhavam não era governado pelas leis da física – ele era a própria essência delas.

ALMEIDA, Bruno de Souza

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Desculpe-me, mas seus softwares não são seguros, sua rede de internet não é segura, seu antivírus não é seguro, seu servidor não é seguro, seu firewall não é seguro, seu sistema operacional não é seguro, seu celular não é seguro, seu carro automático não é seguro. Não confie na tecnologia; em qualquer tecnologia existe um caminho de acesso extraoficial! No fim, tudo se resume a um bom domínio de algumas linguagens de programação, lógica, análise crítica e monitoramento e um pouquinho de matemática. Acredite se quiser, afinal são apenas palavras de um estudante de sistemas de informação. “Meus pensamentos” Resende, dia 09 de novembro de 2017.

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Se a graça de Deus não tivesse se derramado em nossos corações, sem dúvidas já teríamos sido consumidos pela maldade, engano e andaríamos como escravos em busca de uma liberdade dando lugar à carne e servindo ao senhor do pecado. Graças ao Cristo na Cruz, somos livres da escravidão e não precisamos mais dar lugar à carne. Ele foi gerado, se fez carne, habitou entre nós, se esvaziou da sua glória, morreu, ressuscitou e intercede por nós a direita de Deus! Ele é Jesus Cristo. Feliz Natal!!! "Reflexões". Resende, 24 de Dezembro de 2015.