Frase de Maíra Mendes Galvão
pois é agora que abro também tua jaca e desdobro uma por uma as tuas ideias plissadas hoje eu vou te concutir e depois ainda passo um arado na tua roça de cicatriz vou te deixar terraplano
No pensador.ai desde
pois é agora que abro também tua jaca e desdobro uma por uma as tuas ideias plissadas hoje eu vou te concutir e depois ainda passo um arado na tua roça de cicatriz vou te deixar terraplano
No pensador.ai desde
tempos bicudos lip lab
tempos bicudos lip lab lang langue linguagem láparo long lab lip bo bo boca balal bela ba ba sim safa sofia safadita sofis safo sim
ersatzspielerin teimo em não acender a luz, encalhada sem saber se quem – eu ou o mundo
ersatzspielerin teimo em não acender a luz, encalhada sem saber se quem – eu ou o mundo é suplente de algo primevo se o que existe é a tensão ou degrau de recursividade. o violento da memória é a retenção do vazio. penso em palavras multiportantes, como não me escapa fazer: merimnologia, ou: considerar é arder. mermeridade, ou: ansiar é condenar-se. metameridade, ou: a parte pelo todo. palavras me procuram, procuram a nós porque as salvamos de um desígnio adjunto nos lançamos aos fins da tensão. me vejo merócrina, exocito e a elas entrego qual impostora estertorada o grau primeiro das coisas.
the dream is always the same pelo olhar sensível de gael, anita foi registrada ao sorver seu remédio urbano, uma panaceia
the dream is always the same pelo olhar sensível de gael, anita foi registrada ao sorver seu remédio urbano, uma panaceia de talos nutridos em gosma atmosférica da dedigrisa pauliceia desvairada simulacro bem efeito e postado ante o brilho de coreografado reboliço de dedos glissantes e stacattos o par ex-sedento caiu na trombada no que a chôcha vontade degringolava e se quase cantava batalha gorada gael cuidava de martelar o pino na prenda rosa-médio cada vez mais baça anita lhe dizia, sem fogo nas bilas vagas que uma diezira tremenda lhe acometia ao superlotar-se a polpa sanga de estandartes fincados em várzea gael, já morto no banhado – o coco esbagaçado – queixou-se de cafubira baita e baliu: não sei de nada!!!
as mulheres como nós ocultas
as mulheres como nós ocultas aos domingos vadiam o quanto podem a qualquer hora e sozinhas conjuram demônios se despem das peles furam bonecos viram sirenas arpejam arrastam móveis afiam facas