Pular para o conteúdo

Frase de Guilherme Niemeyer

⁠Pardal Enxergo a tudo, menos a mim Faço cartas perdidas ao retalho Amasso, rasuro, agoniando aqui Jurando parar — sou delas tão fácil Rasguei minhas palavras ridículas Em pedaços caros de cetim e cedro Valha, meu Deus, como viver assim? Qual o sentido da vida estando cego? Foi apenas o que me resta partir — restando ver a quem prometeu E jurou viver por mim, se esvaindo Em meus palcos, lamento abraços Chorei tempestuoso a foto Não sou pobre, ao engano, agia De olhar os olhos seus, poéticos Mudam a história de minha vida

Guilherme Niemeyer

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de Guilherme Niemeyer

⁠Adágios . O que passou refletiu-se em meus olhos. Causou este incômodo, em prantear o lenço com água. Passou como moléculas de poeira em todo quarto imundo e encardido, o qual faz silêncio as mudanças. Não me fale mais o valor de sentir o aroma do dia-a-dia, se não sinto o úni…
Continuar lendo

⁠Adágios . O que passou refletiu-se em meus olhos. Causou este incômodo, em prantear o lenço com água. Passou como moléculas de poeira em todo quarto imundo e encardido, o qual faz silêncio as mudanças. Não me fale mais o valor de sentir o aroma do dia-a-dia, se não sinto o único perfume que irradia toda minha vida. Evite ouvir o que se pulsa além do óbvio, ou escrever o porquê erudito, em verbos autênticos com essa locução tão fraca. Espero deste despejo d'água cercando aquilo, cujo bem que me faz, deságue em caminhos até o último sudário.

⁠Obras O dia obreiro. Silêncio se torna a música mais tocada. A cabeça levada ao aconchegante, escolhemos descansar os olhos por pernoitar, e desfrutar do bem que ocorre em nosso dia ou lamentar aquilo e aqueles que não desfrutam. Seguimos como um brilho além de toda escuridão o…
Continuar lendo

⁠Obras O dia obreiro. Silêncio se torna a música mais tocada. A cabeça levada ao aconchegante, escolhemos descansar os olhos por pernoitar, e desfrutar do bem que ocorre em nosso dia ou lamentar aquilo e aqueles que não desfrutam. Seguimos como um brilho além de toda escuridão ovacionada. Vejo aquilo tão belo e hipócrita — o nada rarefeito —, vagando pelo absoluto e chegando a lugares onde o fútil prevalece.