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Frase de JUKAJBS

Bom dia ! Uma saudação que tem se tornado tão fria Não existe mais o contato visual Nem uma real preocupação Apenas uma imagem Em um aplicativo de mensagem Te cobrando uma retribuição Cumprindo alguma exigência social Então nos calamos engolimos nossos sentimentos E respondemos apenas Bom dia ! Sim bom dia ! Não precisa saber que chorei até adormecer Nem que eu não tenho forças para levantar Nem que eu preciso de um abraço De um contato humano Alguém para desabafar Estou as margens da sanidade Sozinho Acompanhado com meus demônios Querendo que eles se calem Lutando para viver Um zumbi Sangrando de solidão Mas enfim Nada disso importa Coloco minha máscara e te desejo Um bom dia ! Que seu dia tenha toda felicidade que eu não tenho !

JUKAJBS

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Se tomas conta dos pássaros Se tu vestes os lírios com tanta beleza Por que eu essa tua criatura
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Se tomas conta dos pássaros Se tu vestes os lírios com tanta beleza Por que eu essa tua criatura Te causa tanta aversão ? Porque eu ? Eu mereço ser tão odiado ? Eu mereço ser tão humilhado ? Sabes bem que não minto Eu choro só Eu converso só Estou só Como um leproso eu vago e sinto todos se afastarem Eu não tenho uma morada Deus Meu criador Lembra que também fui forjado por tuas mãos Será que dos teus filhos eu sou um dos bastardos ?

Já me vejo deitado Em quarto escuro desarrumado Cabelos acinzentados
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Já me vejo deitado Em quarto escuro desarrumado Cabelos acinzentados Sozinho Lembrando Sem lágrimas nos olhos Pois essas a muito me deixaram Sozinho Em parte pela minha natureza Fria e distante Que para muito soa até meio arrogante Em parte só por ser facilmente esquecido Comum , medíocre frívolo Deitado sem forças para respirar Sem poder enxergar Enfim me entregando Chegando ao fim E quanto tempo há de se passar Até que o odor fétido de meu cadáver Chame a atenção Pois bem sei que ninguém virá Ninguém há de me procurar Não faço falta Hoje estou e sou notado Mas nunca realmente lembrado Já vejo o meu corpo deteriorado Abandonado Servindo de abrigo a criaturas tão desprezadas quanto eu E quem sabe delas eu prove o amor Aos vermes que consumirão minha carne Já lhes devoto amor Pois somente eles me farão companhia E sentirão falta da minha carne fria E assim em um punhado de ossos numa cova sem identificação Continuarei deitado mergulhado em solidão